ConverXencia XXI e a indefinição de Carlos Vázquez Padin a respeito da lusofonia

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ConverXencia XXI e a indefinição de Carlos Vázquez Padin a respeito da lusofonia

Mensagem  Vicente em Ter Mar 15, 2011 6:33 am

Eis uma conversa tirada do mural do Facebook do Carlos Vázquez Padin onde vários usuários ficamos ainda à espera de alguma resposta concreta a respeito da língua e o reintegracionismo após lhe perguntar sobre o assunto da negativa do PP a introduzir a língua portuguesa no ensino.
Frustração absoluta após ler o que líder desse novo partido da direita liberal galega opina, colo a conversa em várias partes:

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Marcos Celeiro Que opina disto a gente de Convergência XXI? Convergir com a lusofonia ou divergir?
11/3 às 12:08 · GostoNão gosto
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Carlos Vázquez Padín
A língua é un tema importante, pero non é o único tema, non entendemos o "monotematismo linguístico obsesivo" de Galicia Bilingue ou de grupos nacionalistas de estrema esquerda, Converxencia XXI pretende dar respostas inovadoras aos princip...ais problemas dos galegos e tamén ao da língua, que non está entre as principais preocupacións da cidadania, como se pode ver en inúmeros estudios demoscópicos.

Nos pensamos en clave de suma, non en clave de resta, como o PP e o BNG que no fondo traballan para lograr unha Galicia monolingue, no primeiro caso en castelán, e no segundo caso en galego. Para nos isto representaria un empobrecemento da nosa sociedade, e pensando en clave de suma, pensamos que seria absurdo desaprender o castelán, por moito que nos teña sido imposto polas malas historicamente (o que é unha verdade irrefutable), a cidadanía galega, con bo senso, non ten nen a mais mínima intención de renunciar a saber español. Despois temos que aprender inglés xa que somos os peores da Unión Europea en inglés algo que lle debemos ao nacionalismo de estado de PP e PSOE que sempre pensaron que co español se podian mover por todo o mundo o que é rotundamente falso, lembremos que Zapatero é o único primeiro ministro da UE que non sabe inglés e Rajoy aspira tamén a esa exclusividade da ignorancia e do cosmopaletismo.

En relación á nosa língua cremos que é unha maisvalia moi importante, que é un capital social que compre promocionar desde a persuasión, hai que convencer aos galegos de que o galego vale a pena, porque a maioria da cidadania quizá non o sinte así debido a que o proceso que levou apararellado a imposición do castelán ia acompañado por vilipendiar a desprezar a nosa língua. Esa é a asignatura pendente, convencer aos galegos de que queran o galego e de que entendan que non é un pasivo, é un activo, cultural e económico. Se non os convencemos disto non hai nada que facer, o único camiño é convencer e persuadir con argumentos, que hai moitísimos, para fomentar o uso da nosa língua, a xente non se fia do BNG neste terreno porque sabe que aspira a unha Galicia monolingue.

Un deses argumentos é a sua utilidade, o galego é útil, e hoxe en día o galego é probablemente máis útil en Portugal ou no Brasil que en Galicia, o que debería facer que nos caise a cara de vergoña, nese sentido todo o que sexa sumar vainos beneficiar, o lóxico é que o portugués sexa a segunda língua extranxeira no ensino secundario, éo en Estremadura, só os prexuizos dos diversos gobernos da Xunta (PP e PSOE-BNG) explican que isto non sexa así, e o portugués debe ocupar ese espazo por duas razóns moi sinxelas, a enorme eficiencia coa que o podemos dominar, coa décima parte de esforzo que poderiamos aprender por exemplo o francés, non digamos o alemán ou o chinés. E porque por proximidade a Portugal e polo potente despegue do Brasil e Angola é un idioma cada vez mais útil. Tamén son partidario de que Galicia pida o ingreso como observador no CPLP e de que en cumprimento da carta europea de linguas minorizadas o PSOE deixe de impedir que se retransmitan as TV's portuguesas en Galicia, só a mentalidades autoritarias e pechadas lles pode molestar isto, xa que teriamos a liberdade de velas ou non velas, pero PP e PSOE síntense moi cómodos na restricción das liberdades.

Deixote dous links, o primeiro ao meu libro, no que se fala deste tema, entre moitos outros:
http://www.20editora.com/index.php?option=com_zoo&task=item&item_id=18&Itemid=120

Un artigo titulado "as ideoloxias do atraso"
http://www.galiciaconfidencial.com/nova/6139.htmlVer mais
11/3 às 12:59 · GostoNão gosto · 3 pessoasLuis Alberto e 2 outras pessoas gostam disto.
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Fram Varela Diz Converxencia: ''Non está entre as principais preocupacións da cidadania, como se pode ver en inúmeros estudios demoscópicos.'' Será porque o espanholismo, com toda a sua maquinária mediatica faz com que não seja prioridade dos galegos a língua própria?Para que estamos então? Para que fique todo na mesma já temos no parlamentinho a quem temos, deixemos as cousas segundo as ''preferências'' dos galegos!!
11/3 às 13:05 · Não gostoGosto · 1 pessoaA carregar...
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Carlos Vázquez Padín Converxencia XXI supón unha rotura histórica co nacionalismo marxista que naceu nos sesenta, tamén neste tema. O socialismo marxista é unha ideoloxia totalitaria que se cre en posesión da verdade absoluta e que pensa que os cidadáns son unha banda de paifocos, a democracia consiste en convencer coa palabra e que os marxistas teñan fracasado na sua batalla ideolóxica na defensa do galego non significa que esta batalla non se poida dar de forma diferente e gañala.
11/3 às 13:09 · GostoNão gosto · 2 pessoasA carregar...
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Fram Varela
Ademais mentes quando dizes que BNG, o que quer, é uma Galiza monolingue.
O reintegracionismo(e espero que também o BNG)claro que quer uma Galiza socialmente monolingue, mas com indivíduos polilingues, não vaiades cair também vós na demagog...ia. Ou isso ou a diglosia, não há outra alternativa(pensar outra cousa sim é de paifocos).
Também mentes quando afirmas que o socialismo é fascista. :-O . O socialismo é tão democrático(mais diria eu) que o neo-liberalismo(assim tá a cair a que tá a cair, com o liberalismo este que nos afoga). O socialismo é uma maneira de organização social baseado na democracia participativa. Meu, pretender ganhar a batalha ideológica mentindo e enganando ao pessoal é batota, assim não vale. ;-)Ver mais
11/3 às 13:27 · Não gostoGosto · 1 pessoaA carregar...
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Marcos Celeiro
Carlos, primeiramente, muito obrigado por responder. Mas nessa resposta acho uma adesão à teoria do «Bilinguismo Restitutivo» formulada polo IGEA, e assinada por pessoas com grã poder no mundo cultural e universitário, como Henrique Monteag...udo.
http://igea.eu.com/fileadmin/publicaciones/igea_informe_00_def2_02.pdf

Não vou aprofundar muito nessa questão, tem sobre isso um excelente artigo Celso Álvarez Cáccamo: http://celso.blogaliza.org/2010/12/15/mais-uma-critica-ao-texto-do-igea-sobre-a-situacao-da-lingua/

Só vou dizer, e com total rotundidade, que PLURILÍNGUES são as pessoas individualmente, não as sociedades. E que afirmar o contrário é ter pouca cabeça. Um exemplo: o desejável domínio do inglês nos galegos implica a co-oficialidade da língua inglesa na Galiza?

Eu este inverno visitei Flandres (nação que forma parte do estado belga). Quase todos os flamengos são trilíngues: neerlandês como língua materna, e altíssimo domínio do francês e inglês. Entre a gente mais jovem também é frequente um bom nível de alemão e um nível básico de outra língua romance, geralmente espanhol, galego-português e/ou italiano. Fui com um grupo de amigos, e como anedota, tenho de comentar que em dous cafés de Brugges, após nos ouvir o empregado falar entre nós em galego, sentou connosco a conversar em português, a língua que eles «detectavam». Mas Flandres é um país socialmente MONOLÍNGUE, é dizer, tudo está grafado em neerlandês, nos indicadores, nos comércios, na administração...E qualquer quiosque ou livraria tem quase tudo em neerlandês. Os outros idiomas estão presentes nas cousas turísticas ou em comércios por «exotismo» (também há «The Phone House, Churrasqueria argentina «El toro», Ristorante italiano «Palermo», Boutique «Les roses»,...). O neerlandês ESTÁ TOTALMENTE NORMALIZADO. E isto não causa nenhum conflito. Só algum valão francófono que visita Flandres se senta «ofendido», mas é um problema ideológico, não linguístico.

Sinceramente, acho que o teu comentário não demostra uma boa compreensão do PLURILINGUISMO, e sim muita adesão aos preconceitos do PP-PSOE, e até o BNG, no tão famoso como irreal e impossível «BLILINGUISMO HARMÓNICO».

Não é uma questão secundária nem simbólica, é um tema CULTURAL e também económico, tanto pola economia gerada polo mercado cultural, quanto polas ferramentas disponíveis na prática para a inter-relação comercial e empresarial dos galegos com o resto do mundo.

Apressuras-te em rechaçar o «marxismo dos 70», e entendo que a tua formação se situa no capitalismo e globalização do XXI. E nesse contexto o domínio dos galegos da ortografia internacional (global), já for considerada «outra ortografia» ou «outra língua muito próxima», consideras que é uma questão menor e secundária? Não acredito que no teu partido se tenha uma visão tão local e isolada do mundo.

Falando de economia capitalista, o Brasil supera a Japão e Alemanha como potência económica, os analistas dizem que em 2012 ultrapassará a Inglaterra. E os galegos, neste mundo globalizado no que por acidentes da história podemos tirar um bocadinho de proveito da nossa condição de galegos, imos renunciar? As relações comerciais galego-brasileiras serão em castelhano, inglês ou castrapinho?. E quem diz Brasil, diz a riquíssima Angola de 60 milhões de habitantes, ou o vizinho Portugal, que a ver se deixamos a mentalidade do mercar toalhas na feira de Valença do Minho.

Temos de DESPOLITIZAR A LÍNGUA, pois o seu principal valor não é simbólico-identitário, senão VALOR FUNCIONAL. E também não estaria demais pegar uma olhada «economicista» sobre a língua.

O valor funcional da nossa língua está atualmente na inter-comunicação OPTATIVA (também é possível em castelhano, eis o problema) entre uns poucos galegos. Mudando quatro letrinhas e compreendendo que falamos co-dialetos duma importante língua, os galegos passamos a inter-comunicar-nos com muitos milhões de pessoas de 5 continentes.

Dizes que és partidário da entrada da Galiza na CPLP. Em também, mas não só como observador, senão como membro pleno. Mas Galiza não pode entrar dentro do marco legislativo atual, só o estado espanhol, aliás, se fossem inteligentes, teriam grande interesse. Mas deixemos as lindas teorias para discursos abstratos e as ideias platônicas: como é que a Galiza vai entrar? Escrevendo espanhol e castrapo? Para que vai entrar? Para escrever na lusofonia espanhol e castrapo?

Não estaria demais um bocadinho de reflexão e discussão destas questões dentro da vossa formação, e um programa político claro. Por agora estais pecando da mesma indefinição, hipocrisia e falta de ideias do que o «nacionalismo galego» com o que competis politicamente.

Uma aperta.Ver mais
11/3 às 14:00 · Não gostoGosto · 7 pessoasA carregar...
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Carlos Vázquez Padín
Será o IGEA o que se adire ás nosas posicións e non á inversa, o IGEA forma parte do mundo BNG. Nos non pretendemos agradar a todo o mundo, estamos en democracia e temos unha visión diferente das cousas ao PP, PSOE e BNG e esta visión difer...ente xera adesións e rexeitamentos, lamento que no voso caso sexa a segunda opción. A democracia é así.

Creo que a mellor forma de promocionar e defender o galego é falar en galego dos temas mais variados que poidamos imaxinar e non falar só do galego.Ver mais
11/3 às 14:31 · GostoNão gosto
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Marcos Celeiro
Claro que há que falar o galego... mas também saber escrevê-lo!!!
Uma língua só oral não é uma língua plena. E parte importante do «problema ortográfico» é que ninguém questiona a alfabetização em castelhano e o sistema de ensino da nossa lí...ngua que dai deriva.

Podemos falar em galego de qualquer tema, e como tal, a língua é um tema mais. Só que esta temática está coberta de tabus e preconceitos, e os politicamente corretos (mais em pre-campanha eleitoral) não querem falar destas cousas.

Nem da CPLP, nem da Euroregião, nem da cultura, nem dos mercados que não passem por Madri...

Enfim, vejo muito medo. A que? Não compreendo.Ver mais
11/3 às 14:40 · Não gostoGosto · 5 pessoasA carregar...
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Carlos Vázquez Padín
Medo? proba a entrar como entrache no meu taboleiro no de Guillerme Vázquez, Pachi Vazquez e Núñez Feijóo? e verás o que é medo ou peor ainda verás o que é censura.

Vexo que tes moi pouca idea do ideario de CXXI, que non liches a web, nen os... estatutos, nen os meus artigos en Galicia Confidencial, nen os de Fernando del Rio en Xornal. Porque senón verias comentarios sobre a CPLP, a eurorexión, fortes criticas ao centralismo infraestrutural, etc.Ver mais
11/3 às 14:45 · GostoNão gosto · 1 pessoaA carregar...
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Marcos Celeiro
Esses a mim não me aceitam como amigo... :-(

Estás equivocado, Carlos, estou bem informado do ideário de CXXI, leio os teus artigos (e os de Fernando). Mas esses artigos e esses ideários afinal são monólogos, eu aqui pretendia abrir diálogos....
Continuo a ver muito medo.

PS: E não tomes isto como uma crítica/ataque a CXXI, pois a falta de diálogo, os preconceitos, os tabus, a falta de propostas práticas para as ideias teóricas, a pouca ambição, a pouca visão global espaço-tempo, o conformismo com o status quo e o vitimismo não são características exclusivas de CXXI, senão é uma doença comum no auto-denominado «galeguismo». No vosso caso (e desculpa a impertinência) romper essas barreiras seria uma cousa importantíssima para ganhar o vosso espaço eleitoral que hoje não tendes.Ver mais
11/3 às 14:53 · Não gostoGosto · 3 pessoasA carregar...
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Carlos Vázquez Padín
O que pasa Marcos é que partimos de coordenadas tan alonxadas que non nos entendemos, porque eu considero que somos moi ambiciosos pero cos pes no chan, nada vitimistas, que somos innovadores, e por todo iso creo tamén que o noso proxecto r...epresenta unha novidade é racha con eses lugares comuns do galeguismo dos que ti falas.

Somos un partido fundado en 2009, no 2019, falamos de espazo electoral, agora é un bocadiño prematuro.Ver mais
11/3 às 15:01 · GostoNão gosto · 2 pessoasA carregar...
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Marcos Celeiro
Pois deve ser isso. Estamos tão afastados que nem sequer podemos estabelecer uns mínimos pontos de encontro.

Ora bem, não acontece comigo só, senão com milhares e milhares de galegos que «passamos» da classe política. Estais afastados num mu...ndo paralelo, sois incapazes de estabelecer diálogos ou admitir críticas, não chegais à gente pensante (por isso gostais tanto dos alienados) e desculpa o palavrão, mas a inovação tende-la no cu, porque nada novo sai de vós, só «remakes» de cousas provadamente fracassadas.

Pois muito bem, vós por um lado e nós polo outro. Falamos então em 2019, que o tempo põe a cada quem em seu lugar.Ver mais
11/3 às 15:43 · GostoNão gosto · 2 pessoasA carregar...
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Paloma Fdez de Córdoba Obrigada. Foi muito esclarecedor para mim conhecer a opinião com respeito da língua deste novo partido. Parece que eu fico relegada à condição de cidadá de segunda porque não entro nas estatísticas do que opina a maioria mediatizada por uns meios de comunicação alienantes. Parece também que não sou um alvo político do ponto de vista eletoralista. Pronto, já hai tempo que julgo isto muito como possitivo!
11/3 às 16:10 · Não gostoGosto · 6 pessoasA carregar...
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Saladino Rodriguez Gregores
UFFF. Con amigos como estes.....
Eu xa non entendo nada, o Marcos di que pasa da clase politica, que hay que saber escribir en galego, e logo fala de politica e escribe en portugues,
O fram que tamen escribe en portugues, defende o ideario d...o Bng de unha Galiza socialmente monolingue, mas com indivíduos polilingues????
Ainda que os dous coinciden en que os que non pensan como eles son uns mentireiros, fascistas, incapazes de estabelecer dialogos ou admitir críticas,.....Ver mais
11/3 às 18:49 · GostoNão gosto · 2 pessoasA carregar...
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Saladino Rodriguez Gregores Con respecto a noticia para comentar, eu estou co pp no sentido de que os alunos e as persoas que falen galego son perfectamente capaces de entenderse cos portugueses, polo tanto non aportaria ningun valor engadido crear unha asinatura que ao fin ia ser unha maria mais no plans educativos dos galegos.
11/3 às 18:56 · GostoNão gosto
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Marcos Celeiro
Saladino, o que não entendes é que LÍNGUA (cultura) e POLÍTICA (ideologia) são cousas diferentes. Talvez polo contexto social de confusão de cousas no que vives, onde parece ser que o galego é propriedade do BNG, o castelhano do PPSOE, e o ...reintegracionismo constantemente é associado ao terrorismo, graças a manipuladores como estes: http://www.xornal.com/artigo/2011/03/09/politica/estalla-artefacto-antigua-vivienda-alcalde-santiago/2011030915262300770.html
Se os 21 panfletos estiveram escritos em «gallego normativo» os isolacionistas seriam todos uns terroristas? Ou os escritos do GRAPO em castelhano criminalizam a todos os que escrevem segundo as normas da RAE?

O reintegracionismo é uma opção linguística, não política!!!!. Tão difícil é de compreender?

Depois creio que falas sem ter lido os comentários. Detectaste «ortografia perigosa» e já tiras dos preconceitos. Quem chamou aqui fascista a ninguém? Se falamos de diálogo, aqui várias pessoas estamos dialogando. Simplesmente uma delas diz que «partimos de coordenadas tan alonxadas que non nos entendemos», mas paradoxalmente dentro dum diálogo. Quanto às críticas ou a inter-comunicação dos políticos com a sociedade, está referido a nível genérico, à classe política, não a um partido concreto ou uma pessoa concreta. Relê o texto, e não ponhas na boca de ninguém cousas que não vão por aí.Ver mais
11/3 às 20:09 · Não gostoGosto · 3 pessoasA carregar...
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Marcos Celeiro
Quanto ao que comentas do teu apoio ao PP no debate parlamentar que estamos a comentar, és livre de opinar como quiseres. Eu também o sou, não o esqueças. Não sei se viste o vídeo, que amais está transcrito, e nele saltam inúmeros preconcei...tos, incoerências e cinismos, amais dum tom muito irrespeitoso Não sei se também concordas com isso, com misturar ensino e futebol. Tu verás...

Eu só te farei uma pergunta: os galegofalantes são perfeitamente capazes de entender-se com os portugueses, e não só, também com os brasileiros, angolanos, moçambicanos, etc.. São capazes ORALMENTE, mas são capazes na ESCRITA?

Muito obrigado de antemão por me respostares.Ver mais
11/3 às 20:15 · Não gostoGosto · 6 pessoasA carregar...
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Jacobo Morais entendemos perfeitamente aos castelhanos também...entao podemos tirar o castelhano...óptimo!!
11/3 às 20:44 · GostoNão gosto · 1 pessoa

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Vicente

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Re: ConverXencia XXI e a indefinição de Carlos Vázquez Padin a respeito da lusofonia

Mensagem  Vicente em Ter Mar 15, 2011 6:33 am

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Paloma Fdez de Córdoba
Quem não conhecer o tema que cá está a ser tratado, pode dar uma olhadinha no link desta televisão brasileira onde se explica o que é reintegracionismo do galego na área linguística que lhe é comum.

http://www.youtube.com/watch?v=BKfsPjqqMX...s&feature=relatedVer mais
11/3 às 21:42 · Não gostoGosto · 1 pessoaA carregar...
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Paloma Fdez de Córdoba Por certo, aparecem alguns extremistas da esquerda mais radical, membros dos grupos terroristas das Academias da língua portuguesa no Brasil, em Portugal e na Galiza.
11/3 às 21:44 · Não gostoGosto · 5 pessoasA carregar...
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Marcos Celeiro
Buaaaah neeeeno, agora sim que me acabas de matar. Como se nota que és candidato «curunhesista» duma cidade isolada da Galiza e do mundo!!! Pois anda, compete então com os de Unión Coruñesa, que esse é o teu espaço, e cuida não saíres dele,... que resta votos.

Venha, uma aperta desde o lobby, não te quero produzir «problemas». E muito obrigado, ficamos a saber...Ver mais
11/3 às 23:47 · GostoNão gosto
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Marcos Celeiro
Claro, eu sou maleducado, não dialogante, «encasillo» a gente, ... em definitiva, dessas pessoas que não se podem aceitar no mural.

«Lobby (do inglês lobby, ante-sala, corredor) é o nome que se dá à atividade de pressão, muitas vezes individ...ual, ostensiva ou velada, de se interferir nas decisões do poder público, em especial do Legislativo, em favor de interesses privados.»
(Definição tirada da wikipédia http://pt.wikipedia.org/wiki/Lobby)

Poderia-me explicar que interesses privados ou que grupo de empresas constituem o meu lobby?

Não vaia ser que o seu partido também seja «um lobby»...

Uma aperta.Ver mais
Sábado às 0:20 · GostoNão gosto · 2 pessoasFram Varela e Santi Carvalhido Cortinhas gostam disto.
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María González Soia
Estou flipando con moitas das mensaxes verquidas aquí. Gostaría de matizar varios aspectos.

Primeiro, permitídeme felicitar a CXXI, paréceme xenial que naza un novo partido que veña encher un espazo que non existía no eido político galego: ...unha forza de centro/dereita (poñoo así porque algúns a consideran de centro e outros de dereitas; eu non vou entrar en especificidades) de tintes "galeguistas" (ou iso espero; ogallá que nun futuro non se venda á dereita recalcitrante como adoitan facer moitos movementos galegos). En segundo lugar, indicar a CXXI que non terxiverse e non minta sobre a realidade do BNG. Eu milito no BNG e coñezo os problemas graves e non tan graves que sofre este partido; coñezo que está copado na actualidade dun xeito máis que nada caciquil pola UPG, unha corrente que se vai de supercomunistarecalcitranterancia que despois resulta ser a máis capitalista de todas. Mais a realidade no BNG é que existen moitas correntes de moitas sensibilidades: socialistas e de centro tamén. E iso sempre se tenta borrar, pintándo a realidade dun xeito moi diferente: unha cousa é quen obstenta o poder e outra moi diferente as sensibilidades internas bastnte variadas. Quen fala así do BNG é non ter nin puñeteria idea, ou querer terxiversar e manipular a realidade.
En segundo lugar, non defendo as teses lingüísticas de CXXI, desde logo máis moderadas e moi afastadas de Galicia Bilingüe e outros grupúsculos rancios...a súa política par´ceme neste eido bastante "do PSOE, sen mollarse". Co tema do portugués, permitídeme dubidar de todos os partidos políticos da Galiza, entre eles o propio BNG, todos puderon introducir o portugués no seu momento e non o fixeron...creo que a solución é iniciar un movemento social amplo que recabe apoios tremendos para presionar a Admón e a Xunta e para que introduzan o portugués, é a única maneira. Como Galiza co Galego está a facer co galego por exemplo. Estaría ben levar unha plataforma similar.
Noutro aspecto, CXXI fala de "monolinguismo", que monolinguismo? BNG monolnguista? Perdoa, o BNG foi moi débil coa política lingüística, non se atreveu a coller os cornos ao touro no seu momento xunto co PSOE (mal maior, como vai levar a cabo políticas linguísticas boas se estaba collido polos "cataplines" polo PSOE? gobernando en minoría con el? Érache boa! Se o BNG fose realmente "monolinguista" había que darlle un premio entón! Dentro do BNG existen diferentes sensibilidades sobre a lingua. Eu considero que desde logo non pode nin debe pretender o monolingüismo social (isto é, que todo quinqui fale galego) mais si o monolingïsmo político, cultural, económico porque será a única maneira de facer que a lingua teña presenza na sociedade e prestixio...cousas que levan a xente a falalo! A única corrente que pretende o monolingüismo social é unha_ a UPG,e aínda así bastante ambivalente. Non confundamos cousas. Aí CXXI está botando unha patraña moi grave, parece ter os ollos vendados ao respecto! Terceiro, se CXXI lese lingüística, daríase de conta que todos os linguistas de prestixio mundial e con dous dedos de fronte defenden que a solución das linguas minoritarias `(para que non se perdan) está na aplicación de políticas lingüísticas monolingues fortes e activas para contrarrestar a intromisión continuada das linguas asasinas e maioritarias, é así. Nas comunidades europeas onde coexisten linguas minoritarias (que moitas son as linguas propias deses países, rexións etc...) acostuman aplicarse políticas monolingues en defensa destes idiomas, excepto naqueles países xacobinos e centralistas (Inglaterra, Francia etc...). Soamente lévanse a cabo políticas bilingues naqueles lugares nos que as linguas de coexistencia son moi diferentes e non se comprenden mutuamente: caso de Irlanda, Finlandia, Euskadi...nos primeiros países en detrimento da lingua minoritaria). Outra cousa, a Carta Europea das Linguas Rexionais e Minoritarias da que todos os partidos se banaglorian non deixa de ser certamente un mero panfleto creado polos países fundadores (imperialistas) e asinados e ratificados polos países do mundo que o desexen. Esa carta só se aplica pola vontade do país que a asina.Ver mais
Sábado às 2:00 · Não gostoGosto · 4 pessoasTu, Fram Varela, Paloma Fdez de Córdoba e Marcos Celeiro gostam disto.
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María González Soia
Esa carta só se aplica polo interese e a vontade do país asinante e non ten ningún valor nin político nin xurídico xa que non existe nin foi creado un sistema sancionador forte, estábel e firme que denuncie e condene (molaría que aplicasen ...condenas e multas impresionantes) as atrocidades que os países asinantes levan nas rexións, onde coexisten as linguas, contra as propias linguas minoritarias que din protexer. Non deixa polo tanto de ser un mero panfleto creado cinicamente polos países que máis masacraron culturas para facer que as minorías fiquen caladas como borreguiños a cambio de nada. Soamente nos países onde goberna o nacionalismo esa carta é cumprida: Euskadi até hai pouco (agora co PSOE saltana á toureira), Catalunya, Irlanda con presións do nacionalismo, Suecia (Finlandia co goberno en coalicion co Partido Popular do país que é o partido dos suecos, o partido que defende a minoria sueca que vive en Finlandia)...no resto de países onde non goberna un nacionalismo forte ou suave esta carta é incumprida sistematicamente. Polo tanto, non nos confundamos.

O escrito do IGEA que tanto se criticou foi moi malentendido por certa parte da sociedade. O que pretenden é ofrecer un discurso do bilinguismo, pero dun bilinguismo que non ten nada a ver co bilinguismo harmónico. Parten dun discurso bilingue a partir da cal facer políticas unicamente monolingues. O discurso do bilinguismo non é máis só que empregado para indicar que se deben crear mecanismos para que a xente instalada soamente no castelán (sobre todo vilas e cidades) se vexa na necesidade de usar o galego (traballlo, institucións etc)...algo do que nunca antes se falara nin se fixera...é un novo paso diferente que nada ten a ver coas ideas que tiraron moitas persoas que leron este texto dicindo que eran "bilinguistas". Para nada, aconséllovos que o leades mellor. Aínda asi, non estou de acordo con ideas que se tiran dese texto. Ese discurso foi empregado hai tempo en Catalunya e no País Basco, ademais de noutros países de Europa.E aínda así, paréceme un texto creado para contentar a unha parte da sociedade sobre a polémica creada a partir de asociacións como Galicia Bilingue e de partidos como o PP. É un texto que non acepto neste contexto, mais que desde logo se debería ter en conta en certos aspectos.

Un saúdoVer mais
Sábado às 2:14 · GostoNão gosto · 1 pessoaMarcos Celeiro gosta disto.
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María González Soia
E con respecto ao do reintegracionismo no comment, xa falei farto deste tema en bastantes momentos. Desde logo fala xente aquí que non ten nin idea do que é o reintegracionismo. Mellor que se informen antes de falar. Co emprego da palabra "...portugués" xa indican o que saben ao respecto.
Eu son unha firme defensora do reintegracionismo. Aínda o estou a aprender, mais a miña mente non ten nada de isolata. Xa gostarían moitos profes meus que fora isolata!Ver mais
Sábado às 2:17 · Não gostoGosto · 4 pessoasTu, Fram Varela, Isabel Rei Sanmartim e Marcos Celeiro gostam disto.
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Marcos Celeiro
Senhor Lema, como acho que começamos esta conversa muito tensos, se lhe parece reiniciamos e começamos de novo.

1º) Eu opino a título individual, baixo nenhum conceito represento o reintegracionismo nem a nenhuma associação, instituição ou «...lobby»

2º) O reintegracionismo é um movimento cultural muito heterogêneo. Nele há pessoas das mais diversas ideologias, anarquistas, comunistas, social-democratas, liberais, ... até neo-nazistas, atingindo praticamente todo o espetro político. Quanto aos sentimentos nacionais, outro tanto: internacionalistas, nacionalistas, independentista, federalistas,... e até nacionalistas espanhóis que consideram que a reintegração linguística é positiva para Espanha. Existe uma clara diferenciação entre as preferências políticas individuais ou de grupos concretos e a visão em volta da língua. E até nisso há matizes.

3º) O reintegracionismo não é uma marca identitária ou grupal ligada a uma ideologia política ou formação política concreta. Porém, leio no ideário de CXXI: «A cultura, e nomeadamente a lingua, son o cerne da nosa identidade como pobo e da idiosincrasia que nos fai únicos no mundo e fai que aínda podamos aportar obras de singular beleza desde o noso xenio creador. » A visão da língua tendo o seu principal valor no factor identitário é uma questão discutível, e também existem diferentes opiniões. Só vou informar que em muitas pessoas no reintegracionismo prevalece o valor funcional da língua acima do caráter identitário.

4º) Eu como indivíduo, tenho direito a voto. E interesso-me polo ideário e programa eleitoral duma nova formação política chamada CXXI, «partido chamado a ser maioritário».

5º) Como votante, tenho inquedanças e interesses. Junto à sanidade, a educação, o emprego, etc... também está a cultura, e dentro dela a língua. Quero saber o que CXXI me oferece. E que me oferece?

- Você diz-me que sou minoria, e que CXXI só atende os problemas da maioria, e portanto eu e os meus problemas ficamos fora do seu programa eleitoral. As minorias são poucos votos, compreendo. E suponho que os minusválidos, os ciganos, os doentes de Alzheimer ou qualquer outra minoria também ficam fora das preocupações do partido «chamado a ser maioritário»

- Acusa-me de pertencer a um lobby, eu que nem sou empresário, nem funcionário, nem tenho qualquer outro interesse privado ou corporativista além do meu interesse como cidadão, o qual considero legítimo.

- Você fala de apertura ao mundo lusófono, mas além da oferta linguística como língua estrangeira e do visionado das TVs portuguesas, cousas que não são nenhuma novidade nem marcam nenhuma diferença com outros partidos políticos deste «partido diferente», não me oferece nada novo. Nem sei quais são os «eixes» ou ações concretas que você propõe para o relacionamento com a lusofonia que você formula só a nível teórico.

- Você diz que «Converxencia XXI, como partido chamado a ser maioritario, é máis claro con respecto á Lusofonía e reintegracionismo do que o propio BNG ». Desculpe a minha ignorância, mas não vejo essa claridade. Rogaria que me ilumine.

6º) Além do que pude ler no seu anterior comentário, tenho dúvidas sobre o ideário de CXXI que gostaria que você ou qualquer outra pessoa do seu partido me resolvesse:

- Consideram que o galego e o português são a mesma língua ou línguas diferentes?

- A ortografia atual está bem ou na sua opinião deveria mudar?

- A Galiza deveria formar parte da CPLP? Se a resposta é afirmativa, quais são os passos que se deveriam dar.

- Modelo de ensino: bilinguísmo 50%, trilinguismo, imersão linguística, ....?

- Instituições acadêmicas: é a RAG a única autoridade? Que opina CXXI da AGAL e da AGLP?

- Políticas de normalização linguística: devem existir? De respostar afirmativamente, qual é a linha que defende a sua formação?

Muito obrigado pola sua atenção.Ver mais
Sábado às 2:50 · Não gostoGosto · 5 pessoasTu, Santi Carvalhido Cortinhas, Paloma Fdez de Córdoba e 2 outras pessoas gostam disto.
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Isabel Rei Sanmartim Os da "converXencia" essa acabam de perder todo o meu apoio. Se não lhes interessa o apoio do nosso "lobby", que vão procurar então votos noutro lado. Quem não sabe vender, não pode andar em política. Ai, muito lhes falta por aprender... e não só de ortografia!
Sábado às 8:03 · Não gostoGosto · 5 pessoasTu, Fram Varela, José Tubio e 2 outras pessoas gostam disto.
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Paloma Fdez de Córdoba
Concordo com Maria. Eu também julgo muito possitivo a aparição no cenário político da Galiza de um partido galeguista (também espero que o seja mais que de palavra) de centro-direita. É um sintoma de as coisas irem pelo caminho certo. É por... isso que acho importante desde ele atender todas as frentes e, como bem falou Marcos Lema, o mundo lusófono é um oceano de possibilidades de intercámbio económico e cultural. Porque então não lhe dar a mão? O reintegracionismo é mais do que uma opção na escrita. Significa riqueza cultural, recuperação da nossa dignidade e normalização; Significa dar a mão (e não continuar de costas) à nossa tradição histórica galeguista, significa jogar fora prejuíços e enfrontar uma verdade científica (apoiada por qualquer filólogo de altura) que apenas se oculta por rações estritamente políticas, nunca científica; e, claro, significa potencial económico para um país em mãos de gestores tão nefastos.
As vantagens são tão grandes, que aquele partido político que alcance a perceber isto e seja capaz de aproveitar o ensejo, vai ter o país na mão.
Agradeço aos nossos amigos de CXXI estarem a ser amáveis e responder ao nosso pedido de opinião.
Desde o reintegracionismo temos sempre que somar, restar nada adianta.Ver mais
Sábado às 11:39 · Não gostoGosto · 5 pessoasA carregar...
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María González Soia Totalmente de acordo com a mensagem de Marcos Celeiro. Ai explicou perfectamente todas as caracteristicas básicas do reintegracionismo!! Eu nao o poderia explicar melhor!
Sábado às 12:06 · Não gostoGosto · 3 pessoasA carregar...
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Isabel Rei Sanmartim Mas quem chamou de "lobby" ao reintegracionismo (incluído Valentim) não fui eu... Vou-lhe dizer uma cousa, senhor Marcos Lema, a língua NÃO É UM BEM PRIVADO, é um bem comum. Assim que não me diga que faço parte de nenhum lobby que eu por trabalhar pela língua DE TODOS NÃO GANHO UM PESO.
Sábado às 18:33 · Não gostoGosto · 2 pessoasA carregar...
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Marcos Celeiro
Mágoa que não queira intervir. É você quem sai do debate, que você considera «confronto». Não sei onde está tal confronto. Enfim. E claro que tomo nota:

- Em CXXI, «partido chamado a ser maioritário», as minorias e os seus problemas não cont...am. E o reintegracionismo está entre essas minorias fora da agenda.

- Em CXXI não se respondem as perguntas que fazem os cidadãos (votantes) interessados polo seu novo partido. Será que não têm respostas?

- Os líderes de CXXI tem pouca capacidade dialética, e confundem o diálogo civilizado e construtivo com o confronto. Para qualquer cousa além de recitar o seu ideário, a reação é fugir de qualquer diálogo.

Boa sorte.Ver mais
Sábado às 18:41 · GostoNão gosto · 2 pessoasJosé Tubio e Santi Carvalhido Cortinhas gostam disto.
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Carlos Vázquez Padín
Celeiro neste último comentario demostras ser un desagradecido e non ser merecente de tanta atención, entras como un elefante nunha cacharreria, pouco despois de aceptarte amizade e sen coñecerme de nada metes un debate no meu taboleiro (so...n liberal e acredito na propiedade privada), non so non borro o teu comentario senón que te contesto amplamente (o cal é lóxico pero é de agradecer e ti mesmo recoñeces que ningún outro dirixente dun partido galego te admitiria nen como amigo, porque o meu tempo, igual que o de todos, é valioso) e contestote porque creo que non es un troll, senón un cidadán cunha preocupación lexítima, despois de todo isto como non asumimos o teu discurso e cunha atitude infantil e desagradecida acusasnos de non ter capacidade dialectica, de desprezar ás minorias e de non ter resposta, cando no fio queda claro que esas tres cousas son falsas ainda que tamén queda claro que non concordamos co teu discurso o que, por certo, é completamente lexítimo. Enfin, a conclusión está clara, non estamos de acordo, non pasa nada, a democracia é así, esta tamén é a miña derradeira intervención. SaudosVer mais
Sábado às 20:46 · GostoNão gosto
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Isabel Rei Sanmartim Desculpe, senhor Padín, o senhor também acha que o reintegracionismo é um "lobby", como o seu companheiro sr. Marcos Lema?
Sábado às 21:02 · GostoNão gosto · 1 pessoaSanti Carvalhido Cortinhas gosta disto.
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Marcos Celeiro
Carlos, lamento ter violado a tua propriedade privada e ter ocupado o teu valioso tempo. Se lês acima, o primeiro que tenho feito é agradecer a que uma pessoa com tanta responsabilidade comente sobre as minhas dúvidas. E simplesmente dei a ...minha opinião sobre a tua resposta.

Topei nela certas similitudes com o conceito «Bilinguismo Restitutivo» e assim o comentei, sem nenhuma má intenção, e depois contrastei a visão de plurilinguismo (galego-castelhano-inglês) que tu expuseste com a minha (monolinguismo social vs plurilinguismo individual), também sem nenhuma má intenção. E li no teu comentário e nas ligações que deixaste uma atitude positiva de apertura à lusofonia, mas bastante genérica e abstrata. Só te perguntei por políticas concretas coerentes com essa filosofia em CXXI e fiz algumas reflexões sobre a necessidade de aprofundar nisso. Nada mais. Não dei importância a que de entrada me etiquetaras no «"monotematismo linguístico obsesivo" de Galicia Bilingue ou de grupos nacionalistas de estrema esquerda» nem a algum outro preconceito derivado tão só do facto de escrever como escrevo.

Tentei novamente que te «molharas» em propostas concretas além do genérico «falar galego», e perguntei pola tua opinião de como escrevê-lo. Tu escapaste outra vez do tema alegando «que partimos de coordenadas tan alonxadas que non nos entendemos». Aliás, as minhas coordenadas de partida são desconhecidas para ti, pois como bem dizes não nos conhecemos, e os meus comentários também não eram para explicá-las, mas algum preconceito faz que as presuhonhas.

Novamente fiz uma chamada a continuarmos o diálogo, que sinceramente me parece positivo, tanto para mim, como para um político dum novo partido que supostamente anda a explicar o seu ideário à cidadania.

Esta foi o meu diálogo contigo, e sinceramente, não creio que tenha sido um «elefante nunha cacharrería», nem que tenha faltado ao respeito a ninguém, nem que tenha tentado impor o meu discurso a ninguém. Simplesmente fiz perguntas. Talvez por isso sou infantil.

Reconheço, sim, que o meu tom com o teu companheiro Marcos Lema foi mais duro, pois para começar, entrou no fio com um comentário bastante agressivo e prepotente, acusando-me de pertencer a um lobby, desprezando-me como cidadão que não aderire à visão da maioria, e falando de Unión Coruñesa, questão que não sei que tem a ver com a temática que estávamos a tratar. Contudo, evitei entrarmos numa espiral de insultos e desqualificações e tentei reconduzir a conversa para algo positivo, e reformulei as minhas perguntas como cidadão interessado por CXXI, desta volta de jeito mais claro e preciso, e tentando informar das minhas «coordenadas de partida» e da minha mente aberta às vossas propostas.

Nem tu nem o teu companheiro me tendes contestado nenhuma. Concluo então que não sabeis ou não quereis respondê-las, e só vos interessa desviar a atenção delas.

Com todos os meus respeitos, só posso agradecer que me tenhais deixado formular essas perguntas sem apagar os meus comentários, mas as respostas às minhas perguntas concretas ainda não as recebi, mal as posso agradecer.

Um saúdo.Ver mais
Sábado às 21:54 · Não gostoGosto · 3 pessoasA carregar...
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Santi Carvalhido Cortinhas
Sinceramnete eu tinha milhor opiniom de Convergencia XXI, mais logo do fio que venho de ler entre o Sr V. Padim, o Sr Lema, a Sra Sanmartim e o Sr Celeiro tenho mudado a minha opiniom totalmente. Nom e que nom sejam nada novo, o pior e que ...que partem de velhos e enferrujados preconceitos pra justificar os seus antagonismos, dum jeito palmario diante desse suposto BNG de "estrema esquerda" (o seu maior inimigo seica) e mesmo nom duvidam em confundir alhos com bugalhos pra nom ser quem de respostar com elegancia e humildade a quem, como o Sr Celeiro, artelhou milhor e dum jeito moito mais eloquente e constructivo as frases em formas de perguntas e reflexons (a alussom ao seu tempo "valioso" dum "endeusado" Sr Padim ou a "minha derradeira intervencom" do inventor do "lobby reintegracionista" Sr Lema, que nem sequera se dignou em se disculpar forom ja a "last straw". Sem baixardes ao planeta da Terra e escoitardes COM RESPECTO E AFOUTEZA ao conjunto da cidadania remataredes como o tal Rajoy, ecoando as coces de gallicia, falando do "sentido comun", do que lhe preocupa a gente (escoitar que a lingua num pais como a Galiza e secundaria e case umha aldragem a inteligencia) e prorrogando a agonia deste povo, que ja emporsi nom anda sobrado de auto-estima. Refugar o debate com argumentos falsos e cumha arrogancia impropria de quem nom "empatou" com ninguem nom e o milhor jeito de enxergar ao fututro. A humildade (e o conhecemnto que, no vosso caso, ao respeito do reintegracionismo e inexistente) e o que nos fai mais grandes e agardo que saibam reitificar. Perder apoios antes de os ganhar nunca foi bom sinal. Noraboa Sr Celeiro pola sua dignidade de cidadam galego.Ver mais
Domingo às 3:53 · Não gostoGosto · 4 pessoas
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Vicente

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Re: ConverXencia XXI e a indefinição de Carlos Vázquez Padin a respeito da lusofonia

Mensagem  Vicente em Ter Mar 15, 2011 6:34 am

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Santi Carvalhido Cortinhas E Sr Padim, ja chega um chisco a caricaturesco com a sua repeticom maniquea de que voce e um liberal e o BNG e de estrema esquerda. Deixe-se de dogmas e etiquetas, que o que realmente conta e o conteudo e este demonstra que, na practica o BNG nom e de estrema esquerda em absoluto (quem o e???). E cal e oseu liberalismo?? O De Obama? O de Clegg?? O de Artur Mas?? Copiam a cor corp. dos LibDems, o nome do partido catalam.................teredes a um "azno" de simbolo, nom sim?? Que originalidade meu deus...
Domingo às 4:00 · GostoNão gosto · 1 pessoaMarcos Celeiro gosta disto.
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Santi Carvalhido Cortinhas
Chama-me a atencom como utiliza a palavra democracia dum jeito tam banal. Nom houve tal discrepancia, houve umha falta total de discurso fiado e coerente pola sua banda, de dialogo aberto e espido de preconceitos (em realidade voce ceiva et...iquetas e preconceitos a tudo o mundo -incluido voce proprio- por cada sua intervencom, na pior e mais alonjada da realidade das praxes polticas as que nos tem afeitos os politicos), umha falta de humildade e de respecto cara o seu interlocutor, impropria dum cidadam em dialogo com outro cidadam....quem e que vos credes que sodes???Ver mais
Domingo às 4:13 · GostoNão gosto · 1 pessoaMarcos Celeiro gosta disto.
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Santi Carvalhido Cortinhas O Sr Celeiro merece atencom porque demonstra ser mais inteligente, cultivado e articulado que voce sr Padim. O desagradecido e voce, ademais de arrogante.
Domingo às 4:16 · GostoNão gosto
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Carlos Vázquez Padín
Cara Isabel, non sei se será un lobby, pero se non o é, deberia selo, tratando de influir e de persuadir de forma transversal na sociedade, nos partidos, etc. Este fio quizá demostra que determinada parte do reintegracionismo non sabe infl...uir cun mínimo de intelixencia en organizacións que poderian ser dalgunha maneira receptivas ao seu discurso, pero a procedencia da cultura sectaria do marxismo dalgúns reintegracionistas (lembremos que non todos, en CXXI hai un bo feixe de reintegracionistas cun modus operandi diferente e que tratan de influir no noso discurso con outros métodos) levaos a tratar de impor, a reaxir con violencia cun dos poucos partidos que en Galicia defende abertamente o ensino do portugues como 2ª lingua estranxeira e a retransmisión en Galicia das TV'S portuguesas, o primeiro partido que podemos ubicar no galeguismo de centro que vai tan lonxe, pero como non encaixa no dogma, non valemos. Se esa parte sectaria do reintegracionismo, en vez de ser sectaria fose un lobby veria con moito interese o noso proxecto político e non entraria con modos talibanescos a montar un cristo no taboleiro do lider dese proxecto, isto demostra unha falta de intelixencia estratéxica tan grande que non coñezo ningún lobby que actue asi.Ver mais
Domingo às 12:30 · GostoNão gosto · 2 pessoasLuis Alberto e Marcos Lema Rodríguez gostam disto.
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Marcos Celeiro As minhas perguntas continuam sem resposta. Abandono. Onde não há não se pode pedir...

Um saúdo talibão desde o «eixe do mal».
Domingo às 12:42 · Não gostoGosto · 2 pessoasA carregar...
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Santi Carvalhido Cortinhas
Sr Padim, a gente temos direito a ser-mos cidadans sem ter-mos que pertencer a ningum grupo de pressom. Esta mais umha volta mesturando alhos com bugalhos pra nom admitir que nom e quem de levar umha conversa civilizada com quem simplesment......e lhe pede respostas claras e concisas.. Utlizar expressons como "talibanesco", etc cara a quem lhe formula questons de politica linguistica e economica dum jeito nidio, quem procura a normalidade dum debate com voce de jeito critico (ou e que voce nom admite a critica???) receve excusas denantes lhe sejam realmente escoitadas e interiorizadas as suas legitimas questons (que caste de politicos fai isto???) ...Sr Padim, a minha impressom como cidadam galego emigrado e nom pertencente nem a nengum lobby nem a nengum partido e que o que venho de lhe ler a respecto dos comentarios e questons do Sr Celeiro (cidadam que diante de tudo e polo que lhe lim demonstra dum jeito brilhante interesse polo seu pais e polo que voces poidam oferecer, isso semelha inegavel e deveriam-lho agradecer, nom a inversa!!) Em troques o Sr MC receve umha apologia do preconceito, do lugar comum, do pseudo-moderantismo paralisante e imobilista de quem nom toma partido nom vaia ser que a aritmetica eleitoral lhe falhe, dum pesoismo recalcitrante, fica tam fora de local, dum uso banal e superficial da natural discrepancia democratica (sem discussom e retessia arredor dos temas tam pouco ha democracia!!) tam longe do respecto ao direito de critica e interlocucom que a cidadania tem respecto aos politicos que, mais que trazer nada novo arrastra voce os mesmos e ampliados preconceitos que levam a nossa lingua, a nossa cultura e mesmo a nossa economia a situacom na que esta (e isso nom e culpa dos cidadan que optam por umha norma ou outra). Doeme porque lhe lido agudas analises encol da milhora das comunicacons da Galiza a nivel interno, a nivel peninsular e a nivel europeu cumha linhas estragegicas em chave de pais (o que eu chamo o verdadeiro soberanismo, que e o da auto-percepcom), do ferry a Irlanda e a GB (aquilo foi um grande acerto e dava umha dimenssom diferente do que e habitual no nosso pais), mais a sua obsessom com etiquetar ao BNG como de estrema esquerda e de homologar ao BNG polo outro estremo de Galicia Bilingue fica totalmente fora da realidade e voce sabe-o. Sabe que a praxe linguistica do BNG foi infindamente mais morna e feble da que CiU ou ERC ou mesmo (numha circinstancia linguistica totalmente distinta) PNV-EA em Euskadi....Tenho a impressom que voce esta ja a morar num pedestal e nom admite questons aos seus posicionamentos (seica disse que o Sr Celeiro deveria estar-lhe agradecido por lhe dedicar o seu tempo....por favor!!!!). Se alguem questiona algo de maneira natural e como cidadam livre e informado voce tira de terminologia "talibanesca", etc...Isso e simplesmente covarde. Deixe-se de "talibanismos", "estremas esquerdas", "liberalismos" e mais -ismos e -escos baleiros de tudo conteudo em temas concretos... reintegraciosnismo nom e de estrema esquerda nem de estrema direita, nem liberal nem conservador, nem cristiam nem ateu.....e se nom tem NADA que achegar seja humilde e diga que nom tenhem aprofundado nesta questom, pero nom lhe falte ao respecto aos cidadans. Nom senha triste. O conteudo conta, moito mais que os -ismos e as gravatas amarelas...Ver mais
Domingo às 13:33 · Não gostoGosto · 2 pessoasA carregar...
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José Tubio
Que bom fio. Obrigado ao sr. Padin e a Converxencia XXI. Penso que as formas foram muito corretas e corteses por toda parte e, em particular, pelo anfitrião. Acho em falta alguns comentários... não sei se apagados ou auto-apagados, mas que ...deixam alguns ocos na conversa...

A opinião mostrada por CXXI a respeito da unidade da língua, da unidade ortográfica e da praxe correspondente na Gz foram bastante claras: status quo prático e discurso favorável. Já é ao que nos tem acostumados o Bloco. A mim também me meteu bastante medo a confusão ente bilinguismo individual e monolinguismo social. Um partido que não seja a favor do monolinguismo social em galego é, por não há outra hipótese, a favor do monolinguismo social em castelhano. Com as décadas (e já levamos séculos) que façam falta por diante. Mas só há dous finais de via. Isto coloca à maioria dos partidos que se apresentam na Galiza a favor do monolinguismo social em castelhano, incluída CXXI. É bom sabermos e termos claro.

Poucos mais tenho a dizer de CXXI. Obrigado. Muita correção, insisto. Informo de que se houver candidatura na minha Câmara Municipal (Oleiros), não votarei por causa do discurso (e praxe) linguístico. Para mim é suficiente motivo. E não oculto que o discurso capitalista de manual que às vezes leio também não me satisfaz por ser bastante ortodoxo. Ora, neste aspecto, CXXI devia tem em conta que, em contexto global, europeu e local, o reintegracionismo, a diferença do isolacionismo, é movimento pró-mercado. Não como ideologia, mas como resultado. Radicalmente. Não querer entrar na dinâmica (praxe) deste mercado por causas ideológicas é uma contradição prática deste centro-direita ortodoxo. Se há um mercado de 220 milhão ao que temos acesso, devemos entrar já. Hoje. Plenamente, no todo. Pronto. E, se não o fazemos, estaremos indo contra a lógica do mercado e os seus benefícios. Ou não?

Por último, fico realmente satisfeito ao ler os comentários dos reintegracionistas e o alto status de cidadão que demonstram. Seria desejável que todas as pessoas demandassem dos seus representantes compromissos e aclarações em cada tema que lhes preocupa. Penso que devemos cada dia dar mais visibilidade às nossas posturas em toda parte e votar (MUITO IMPORTANTE: VOTAI, SE FOR PRECISO, penso que não, EM BRANCO). Apoiaria a criação de partidos focados na lusofonia, mas como disse MCeleiro, teriam de ser vários já que há reintegracionistas em todo o espectro ideológico e um Partido Reintegracionista seria anti-natura.

Saúde.Ver mais
Domingo às 20:02 · Não gostoGosto · 4 pessoasA carregar...
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Isabel Rei Sanmartim
Anda, então Marcos Lema apagou os seus comentários sobre o "lobby"? Muito bem. Eu vou deixar os meus, mas que saiba que apreciei a sua decisão.
Sr. Padín, não somos nós, reintegracionistas, quem temos que ganhar os votos.
E, lembre-se, a líng...ua é de todos, portanto todos tempos responsabilidade nela. Sugiro-lhe que mude essa ortografia arcaica que usa. Seja moderno.Ver mais
Domingo às 22:47 · Não gostoGosto · 5 pessoasA carregar...
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Viçente da Veiga
Muito obrigado, antes de nada, por aceitar o meu convite de amizade.

Eu também sou um simples cidadão galego que escreve na norma do Acordo Ortográfico de 1990 e que não aspira a ser etiquetado por isso com -ismo algum nem ser acusado de faz...er parte de nenhum suposto "lobby", e com o mesmo respeito e vontade democrática de diálogo desejaria conhecer as respostas claras e concretas sobre o que opina CXXI neste assunto que eu particularmente também não acho em absoluto "de minorias" polas causas e repercussões sociais, políticas e nomeadamente económicas que os anteriores participantes explicaram.
As perguntas vêm a ser as mesmas que o Marcos sintetizou:

- Consideram que o galego e o português são a mesma língua ou línguas diferentes?

- A ortografia atual está bem ou na sua opinião deveria mudar?

- A Galiza deveria formar parte da CPLP? Se a resposta é afirmativa, quais são os passos que se deveriam dar.

- Modelo de ensino: bilinguísmo 50%, trilinguismo, imersão linguística, ....?

- Instituições acadêmicas: é a RAG a única autoridade? Que opina CXXI da AGAL e da AGLP?

- Políticas de normalização linguística: devem existir? De respostar afirmativamente, qual é a linha que defende a sua formação?

- Acreditam na realidade dum suposto futuro de Galiza em perpétuo "bilinguismo SOCIAL cordial, harmónico" permanente e estável entre galego e castelhano?Ver mais
há 21 horas · GostoNão gosto · 5 pessoasA carregar...
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Fram Varela
Depois de lidos os argumentos tão sólidos por parte do Sr. Celerio, e outra pessoas que tenhem muito claro o que é a sua língua, e as ''respostas dadas'' tão pouco comprometidas como ambíguas por parte do Sr. Padin (em representação da nova... formação constitucionalista C.XXI) uma cousa fica clara; C.XXI continua a ser o mesmo de sempre; nada novo achegam a esta sociedade apodrecida e cheia de preconceitos, pois, alimentam-se deles, vivem deles, são parte deles. Ainda, enquanto o debate não incomodar, tudo fica bem lindo, tudo é democracia, modernismo(que o neo-liberalismo de moderno nada tem, polo contrário, o capitalismo é o sistema mais cavernícola que jamais existiu, só temos que ver EUA para nos dar conta das ''vantagens'' desse sistema!), maiorias sociais...(outra boa, desde quando aos liberais lhes interessam as maiorias socais? Bom, sim, desque são massa votante que os pode colocar no poder), mas, mal o debate faz comprometer mais do calculado saem pola tangente dando argumentos tão simples e infantís como:'' Enfin, a conclusión está clara, non estamos de acordo, non pasa nada, a democracia é así, esta tamén é a miña derradeira intervención.'' :-O wow!QUE FUERTE TIO!. ES UNA PASADA!!QUE CONCLUSIÓN!!ME DEJA SIN PALABRAS!! DOM PADIM, JASÚS, QUE ESTÁ A MAL-GASTAR O SEU TEMPO EM CONVERSAS COMPROMETIDAS, QUE PODEM INCOMODAR O REINO BOURBÓNICO, E A ESSA MASSA TÃO VENERADA POLOS PARTIDOS DO SISTEMA! Estes das direitas são-che mui listos!!

Bom, agora, eu formulo-me: se vocês, C.XXI, acreditam na unidade da língua, porque se agarram ao topónimo deturpado, ''Galicia''?(Galiza também é admitido pola RAG)Porque se agarram tão firmemente à ortografia castellana?Nem em debates com reintegracionistas são quem de usar a ortografia galega? :-/ Quiçá é para que a massa desideologizada(que não esqueçam, repito, é onde vocês trabalham, se sentem cómodos, pois a gente ideologizada não interessa, são minoria para vosso acougo, e amais é gente muito incómoda, sempre a fazer perguntas, sempre a questionar tudo quanto se diz, ''jolin!''). Em fim, C.XXI bem sendo como a cúria; ''escuita o que eu digo, acredita, e não faças perguntas, que não posso perder tempo em responder burrices de elefantes cacharreiros, grande democracia a vossa. NÃO CONHECÍAMOS MUITO C.XXI, PODE SER,MAS AGORA, ENQUANTO NÃO RESPONDAM ÀS PERGUNTAS FORMULADAS NESTE INTERESANTÍSSIMO DEBATE SOBRE O FUTURO DA LÍNGUA GALEGA, TUDO FICA ÀS CLARAS.Ver mais
há 18 horas · Gosto



.... e após 18 horas não voltou à conversa.
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Vicente

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Re: ConverXencia XXI e a indefinição de Carlos Vázquez Padin a respeito da lusofonia

Mensagem  cdurão em Ter Mar 15, 2011 11:59 am

bom fio, por sinal, sinto andar malíssimamente de tempo (que dedico à comunidade lusófona galega); só uma notinha: aí atrás vi um participante com o apelido "Gregores": não sei se lhe terá acontecido a ele (que parece estar em contra do português, ou li mal?), mas nos meus pagos (S de Vigo) existe esse apelido galego, e as pessoas que o levam que eu conheço falam um bom galego "cerrado", mas o curioso é que muita gentinha pensa que "deve de ser português", e isto dito por pessoas que tb falam galego, mas menos cerrado... dá para pensar, não?


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Re: ConverXencia XXI e a indefinição de Carlos Vázquez Padin a respeito da lusofonia

Mensagem  paulo em Ter Mar 15, 2011 1:30 pm

Não me entendais mal, os que andais com o tema de CXXI; estais no vosso direito a perguntar e interessar-vos pelas propostas das organizações que querem ter sucesso no vosso (nosso) país e é lícito e normal. Agora bem: não é justo tampouco pedir-lhe a uma organização que quer meter-lhe o dente ao seu anaco do pastel e vem de botar a andar que se manifeste "explicitamente" a respeito do reintegracionismo. E máxime quando desgraçadamente NENHUMA força política se manifesta explicitamente a respeito de tal coisa.

CXXI quer que a Galiza faça parte, embora seja para "mirar", da CPLP?. Bom; caminho andado. Quanto á ortografía tampouco do BNG se espera nada de nadinha nos vindouros duzentos anos.

Eu não acredito em forças como CXXI, porque me soam ao de sempre sempressímo... sou velho já; eu vi a posta a andar de Coalición Galega, Coalición Progresista Galega, Independientes de Galicia, Terra Galega, Identidade Galega... seguro que deixo algum por aí. Desculpem. A memória que falha.

Eleitoralmente sou um zumbi; o que é isto?, pois que dou o meu voto ao que considero mal menor. SEMPRE dei o voto no BNG, quitadas umas eleições nas que me deveu sentar mal o jantar ou perdera minha equipa -votei de tarde- e dei-lhe sustento á FPG (daquela aínda colecionava os artigos do Ferrín no Faro, que contava por "ferias"); doutra volta abstive-me (numas europeias) e aínda noutras europeias votei Iniciativa Internacionalista-SP. Suponho que agora, embora Guilherme Vázquez me resulte fisicamente repulsivo e até um chisco cínico de mais (opinião pessoal minha, pois de mim sai), suponho que o meu voto ira dar nele. Porque fóra dele está o "deserto dos tártaros".

Noutro fío já pergutava eu que se pode esperar do nacionalismo presente a respeito do reintegracionismo, e a resposta acho que é idéntica á de CXXI, o discurso depreendido e fácil, que até o Feijóo sabe já: "o galego é extenso e útil, vale-nos para comunicar-nos com "porrón de gente", mas... cuidado com impô-lo!; e da grafía, melhor não remové-la"...

É-vos assim. Podem-se-lhe dar mais voltas que á escolha da casulha do senhor cura, pero o resultado ha-vos ser: MAIS SOCIEDADE CIVIL E MENOS POLÍTICA.

Embora a sociedade civil seja cativeira -falo agora dos regeneracionistas da língua e da nação-; as relações internacionais da Galiza estão nas mãos de AGAL e da AGLP; a política interna é que fazemos os cidadãos, cada qual a tirar para o seu lugar. Sostenho eu a ideia de que os políticos apenas deveram estar presentes na resolução dos problemas, avondando com que se botem fóra para não provocá-los.

Não é preciso dizer nesta altura que eu não saúdo o aparecimento de novas forças. É lugar comum já que é bom para a democracia, nomeadamente a galega, que apareçam novas forças. Eu acho que há davondo. Aínda me sobejam algumas que andam nas listas do extraparlamentarismo e dão muito jogo aos comentaristas chocalheiros nos días seguintes a cada processo eleitoral.
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paulo

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Re: ConverXencia XXI e a indefinição de Carlos Vázquez Padin a respeito da lusofonia

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