Pergunta para o senhor Pedro Bravo, docente no ensino secundario em Arteixo

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Xavier André

Mensagem  Pedro Bravo em Qua Mar 02, 2011 4:04 pm

Referes-te a aquela encenação própria duma diva de opereta? Apelidos? Apagaste tão rápido tuas mensagens... Bem errada estava a latinice... Até tua escrita é de pôr e tirar...

Todos os alunos do centro em que trabalho têm computador pessoal com aceso à rede... Já che podes imaginar então.

Venha, volta ao buraco, meirande do que teu pelejo, a fazer vodu.

Mas como conheça a qualquer um que che conceda o mínimo do mínimo vai saber o que é o máximo do máximo.
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Pedro Bravo

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Cañita Bravo

Mensagem  Gascon em Qua Mar 02, 2011 4:32 pm

Cañita, moi curta memoria tens quando pareces esquecer todo o que vens escrevendo por estes e outros fios. Achas que som proprios do grande inteletual de formaçóm infinitamente superior que xulgas ser, ou mais bem dum pobrinho mentecapto lusista de computador que escreve vulgaridades e insultos em rima culteranista em português mediocre e espanholizado?

Podemos provar a pór os escritos destes fios nas tuas aulas para comentario de textos, que che parece? Eu até podia aparecer numha videoconferenza, se tes os recursos no teu instituto, e asim dar-lhe umha dimensóm real audiovisual à cousa, porque por escrito é todo demasiado fazilinho, n’é?

Autorizas-me entóm a fazer umha escolma dos teus comentarios mais "valiosos" (especialmente as rimas) e manda-los ao teu instituto? Acho que seria importante que se conhecese a tua face amavel e humana, e nom apenas esa de profesor serio e estrito que tenhem os teus alunos de ti.

O de eu contactar eu a Xunta nom estou tam seguro que sexa umha boa ideia. Dá-me a impresóm que asim que te chamaram do conselho escolar ou do xulgado ou de onde for pra explicares o porque metes o português no galego ias te mexar nas calzas coma um macaquinho choromicas ... pero se nom é verdade entóm o fazemos eh ... estou à tua disposiçóm, especialmente quando se trata de loitar pola nosa patria portugalega.


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Xavier André

Mensagem  Pedro Bravo em Qua Mar 02, 2011 5:02 pm

1) Não lembro ter lido teus (supostos) apelidos, apenas teu (suposto) nome. E como todo em ti é de pôr e tirar... em síntese, de depor...
2) A diva quer que lhe organize uns Close Encounters of the Third Kind... E cantarás em Klingon, suponho. Que afã de protagonismo.
3) E para que crês que escrevo sempre (ou quase sempre) com meu nome? E por que uma escolma e não as obras completas? O que eu escrevo, permanece, não como o teu.
4) O que escrevi aqui o escrevi noutros sítios (por exemplo, em XORNAL). Mesmo um suposto funcionário quis censurar-me (anonimamente, claro) em público (nos comentários de XORNAL) por usar o "correio corporativo". Saiu tosquiado, naturalmente. Como todos.

O dito, para todo o mundo: quem ouse na minha presença conceder-te o mínimo do mínimo saberá o que é o máximo do máximo.
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Re: Pergunta para o senhor Pedro Bravo, docente no ensino secundario em Arteixo

Mensagem  Carmen em Qua Mar 02, 2011 5:31 pm

Gascon,
Abrir um fio com o nome, profissão e endereço doutro foreiro já me pareceu uma canalhada que creio que devimos ter rejeitado desde o primeiro momento, mas que um foreiro ameace outro com denunciá-lo é de tal baixeza que calar far-me-ia sentir corresponsável. Não gosto dos acusicas (delatores, se quer palavra mais adulta)

O senhor pode começar a insultar-me quando ache oportuno. Não responderei, tudo o campo fica para si.


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Cañita

Mensagem  Gascon em Qua Mar 02, 2011 5:44 pm

Cañita, xa che dixem que eu nom falo latím nem grego, e que a tua retórica do farrapo me produz umha grande sonolencia, por tanto nom sei moi bem o que queres dizer nesta última mensagem. Mas se tanto te preocupas co meu nome e personalidade nom tens mais que abrir um novo fio, como eu abrim um pra ti, e eu prometo-che ir la comentar. Apagares deste fio o teu moito merecido protagonismo (polo de egregio intelectual e lusista) e o transpores sobre a minha persoa é, acho, moi moi inxusto, ainda que agradezo o teu interese. Mas acredita que desde que eu me represento a mim proprio e mais ninguém, som irrelevante. Porém, ti representas umha ideologia e um coleitivo, daí o meu interese em ti. Coido que é importante aclararmos isto.

E o de fazer umha escolma é moi simples: ti escreves uns farrapos ilegiveis, podes acreditar. Qualquer persoa com um mínimo de inteligencia deixará de te ler após quatro ou cinco linhas, porque axinha se decatará de que toda a tua retórica é, no fundo, a coartada para amosar a tua pretensa grande erudiçóm e retórica. Nom quero dizer que todo o mundo despreze ese tipo de erudiçóm culteranista de segunda mao coma mim, mas sim que é moi difícil de digerir quando pasa através dum ego tam doentio e resentido coma o teu. Daí que nunca conseguirás ser lido por ninguém, o qual provavelmente xa tenhas asumido. Mas nom te enganes: nom é culpa do mundo, mas tua inteirinha, por seres um “muermo“.

E iso do Xornal nom é nada hom. Iso de tosquiar batendo num computador sentado no teu quarto é de maricas. O que temos de fazer, se nom che parez mal, e denunciar-te por dar o português em vez do galego. Se conseguirmos que foses censurado e punido e mesmo metido na cadea, que melhor regalo para a nosa causa?! Quando lhe pasou iso e mais ao amigo AGIL ninguém se inteirou, porque eram outros tempos, mas agora que temos a Lusofonia e as masas do comunidade lusófona galega conosco, a que agardar?

Coido que o destino nos xuntou, amigo cañita, pra te enalzar coma o grande catalizador da liberaçóm do noso povo. Mas antes de eu fazer nada quero estar seguro de que nom che vai vir a “depre“ ou te vas cagar nas calzas quando tenhas de responder das tuas ousadias (as de verdade, nom as minhocadas internéticas).

Espero pola tua resposta, cañita.


Última edição por Gascon em Qua Mar 02, 2011 6:01 pm, editado 1 vez(es)
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Carmiña, nom entendes rem

Mensagem  Gascon em Qua Mar 02, 2011 5:59 pm

Carmiña, este é-che um fio pra homes, por iso nom comprendes nada. Eu estou a falar de cousas grandes. O amigo Cañita tem umha cita co destino, a grande ocasóm que esperava. Ou pensas que ele aspirava a pasar toda a sua vida de triste profesor-muermo polo dia e culterano obsceno-lusista pola noite?

Ou pensavas que Cañita se preocupa muito com perder uns poucos quartos ou mesmo ir à cadea (ele mesmo diz que de nom estar no ensino estaria xa na cadea) em troques da liberdade para o povo lusófono galego poder ser alfabetizado na sua lingua lusófona? Mira os do Pichel, 3000 euros, e qué? Pensas que vam parar de fazer o que tenhem de fazer, mesmo que nom sexam bravos davondo para pasarem do “-om“ ao mais puro e verdadeiro “-ão“?

Deixa o Cañita matinar sobre o seu destino, mulher, que entre todos podemos fazer que se materialize. Eu sentiria-me moi honrado com facilitar o comezo da nova era, mas tenho de esperar por ele, nom quero forza-lo, tem de ser ele a decidir, coma o Neo ese da Matrix ...

Entóm, Cañita, pílula azul, ou pílula vermelha ... ? Mas pensa bem, que logo nom che hai retiradas ...
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Xavier André

Mensagem  Pedro Bravo em Qua Mar 02, 2011 7:09 pm

Cañita, xa che dixem que eu nom falo latím nem grego, e que a tua retórica do farrapo me produz umha grande sonolencia, por tanto nom sei moi bem o que queres dizer nesta última mensagem. Mas se tanto te preocupas co meu nome e personalidade nom tens mais que abrir um novo fio, como eu abrim um pra ti, e eu prometo-che ir la comentar. Apagares deste fio o teu moito merecido protagonismo (polo de egregio intelectual e lusista) e o transpores sobre a minha persoa é, acho, moi moi inxusto, ainda que agradezo o teu interese. Mas acredita que desde que eu me represento a mim proprio e mais ninguém, som irrelevante. Porém, ti representas umha ideologia e um coleitivo, daí o meu interese em ti. Coido que é importante aclararmos isto.

1) Alegro-me de que tome com humor a caña que lhe dou. Fazendo vodu com o diminutivo se assumirá melhor. Compreendo. Por mim não se preocupe: não é honor sua atenção, mas sim seria baldão não ter reduzido ao insulto a um espasmo de sua calaña.
2) Eu também não falo latim nem grego, meu conhecimento é rudimentar, mas o suficiente para apreciar.
3) A retórica não tem nada a ver, asseguro-lho. Você é um dos adormecidos dos que falava o Heráclito. Ou uma, aquela da que falavam os irmãos Arrepio. O seu é de nescimento.
4) Nesta última mensagem...? Mais um delírio não se vai notar... Por outro lado, que necessidade tem de perguntar o Imperador do Impropério? Nem desmembrando e numerando é você quem de formular uma objecção concreta. Claro, estará farto de tragar depois a croquete de si próprio.
5) O respeito ao princípio de reciprocidade tem de ser autónomo, não induzido, para ser digno. Só digo que qualquer um que encontre que lhe dê um átomo de crédito será convenientemente leccionado.
6) Não cansas de me parafrasear? A pergunta responde-se a si mesma.
7) Tu és um néscio, muito representativo da miséria moral e intelectual dos muitos. Eu só represento a Verdade e a Razão. Que isto pode parecer arrogante ou soberbia? Em realidade é justo o contrário: sentido do dever (será claro que assim como te utilizo para aprimorar meu português, também posso, de passagem, perfilar o meu pensamento. Como pedra de afiar os cutelos)

E o de fazer umha escolma é moi simples: ti escreves uns farrapos ilegiveis, podes acreditar. Qualquer persoa com um mínimo de inteligencia deixará de te ler após quatro ou cinco linhas, porque axinha se decatará de que toda a tua retórica é, no fundo, a coartada para amosar a tua pretensa grande erudiçóm e retórica. Nom quero dizer que todo o mundo despreze ese tipo de erudiçóm culteranista de segunda mao coma mim, mas sim que é moi difícil de digerir quando pasa através dum ego tam doentio e resentido coma o teu. Daí que nunca conseguirás ser lido por ninguém, o qual provavelmente xa o tenhas asumido. Mas nom te enganes: nom é culpa do mundo, mas tua inteirinha, por seres um “muermo“.

1) Já ficaste sabendo que não se me dá mal a síntese requintada, mesmo em consonante.
2) É muito doado seleccionar um parágrafo, ou uma frase, ou uma palavra, é dizer que está mal por isto ou por aquilo. Mas tu não ousarás fazer isso. Porque tens medo a receber. Até os vermes escarmentam.
3) Como disse, tudo isso que dizes não obsta para que me copies e parafraseies uma e outra vez.
4) Se o mar é salgado, também o será um copo de água de mar.
5) Como vês, desmembro e numero, para que o covarde fique sem escusas.

E iso do Xornal nom é nada hom. Iso de tosquiar batendo num computador sentado no teu quarto é de maricas. O que temos de fazer, se nom che parez mal, e denunciar-te por dar o português em vez do galego. Se conseguirmos que foses censurado e punido e mesmo metido na cadea, que melhor regalo para a nosa causa?! Quando lhe pasou iso e mais ao amigo AGIL ninguém se inteirou, porque eram outros tempos, mas agora que temos a Lusofonia e as masas do comunidade lusófona galega conosco, a que agardar?

1) "Isso do XORNAL" vinha a conto de comprovar que eu digo o que digo e com o meu nome em médios lidos por bastante gente, entre eles os responsáveis políticos e seu exército de "sicários mediáticos" (eu não estou num buraco, como tu).
2) Suponho que tu "bateras no computador" bem assentado na taça do que és campión absoluto. Mas eu vivo, trabalho e me movo entre gente do PP e de Galicia Bilingüe. Que bem sabem que onde esteja eu o galo é o que fala galego. Os outros, pólos e pitas.
3) Não sabia que AGIL tivera problemas com a "Administração". Sim posso adivinhar (eu que vou de racionalista...) que tu não terás problema nenhum com ela. Mesmo é possível que já tenhas alguma medalha de enmerdalhador...
4) Adianto-che: não ousarão (por sinal, eu não dou aulas de Galego, mas de PCPI, se bem tenho de dá-las em galego. Já tergiversaste várias vezes minhas palavras e depois terás a desvengonha de me atribuir tuas mentiras).

Coido que o destino nos xuntou, amigo cañita, pra te enalzar coma o grande catalizador da liberaçóm do noso povo. Mas antes de eu fazer nada quero estar seguro de que nom che vai vir a “depre“ ou te vas cagar nas calzas quando tenhas de responder das tuas ousadias (as de verdade, nom as minhocadas internéticas).

1) Está muito bem isso de "amigo cañita", por aquilo da regra de três.
2) Também está bem que definas o teu de "minhocada internéticas": mas uma minhoca é bom engodo para maiores peixes.
3) Já que falas do destino, a ver se vai ser certo que Deus escreve direito por linhas tortas.

Espero pola tua resposta, cañita.

Tê-la ai, Xavier André.

E insisto no de antes: que não veja eu ninguém que che conceda o mínimo do mínimo porque vai provar o máximo do máximo. Que ninguém diga que "não sabia". Insisto: quem não concorde comigo em que este sedizente "Xavier André" é um carrapato vai saber o que é bom.








Última edição por Pedro Bravo em Qui Mar 03, 2011 4:59 am, editado 1 vez(es)
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Quissonde

Mensagem  Pedro Bravo em Qui Mar 03, 2011 2:16 am

CARMIÑA, NOM ENTENDES REM
Assim que não era privilégio que o Xavier André fizesse vodu com meu nome: é inveterada pauta infantil, e não menos mostra evidente de impotência.
Carmiña, este é-che um fio pra homes, por iso nom comprendes nada.
Então associas "ser homem" com "ser ininteligível"? Pois não me incluas nessa categoria. Em realidade, não compartilhamos nenhuma categoria relevante. Antes dizias que estas "minhocadas internéticas" (e tu tens nisso muita mais experiência do que eu) eram coisa de "maricas". Mas quem vai pedir coerência num vituperador profissional?
O amigo Cañita tem umha cita co destino, a grande ocasóm que esperava. Ou pensas que ele aspirava a pasar toda a sua vida de triste profesor-muermo polo dia e culterano obsceno-lusista pola noite?
"Amigo Cañita": não esqueçamos que a regra de três é o minimum da racionalidade... Também não esqueçamos o que disse eu na minha primeira intervenção neste fio: "Em terceiro lugar: o senhor me empraza a falar de mim próprio, uma tarefa tão maçadora como deselegante; para depois poder regozijar-se denunciando o afã de notoriedade..." Mas qualquer que saiba ler -mesmo dum jeito rudimentar como Xavier André- terá advertido que não é afã de protagonismo do que anda carente (em relação inversamente proporcional ao protagonismo de que é "merecente", ou merecedor).
Ou pensavas que Cañita se preocupa muito com perder uns poucos quartos ou mesmo ir à cadea (ele mesmo diz que de nom estar no ensino estaria xa na cadea) em troques da liberdade para o povo lusófono galego poder ser alfabetizado na sua lingua lusófona? Mira os do Pichel, 3000 euros, e qué? Pensas que vam parar de fazer o que tenhem de fazer, mesmo que nom sexam bravos davondo para pasarem do “-om“ ao mais puro e verdadeiro “-ão“?
Tudo isso está suficiente respondido para quem tenha lido o escrito por mim neste fio. Ninguém que saiba ler ousará pôr-lo em dúvida.
Deixa o Cañita matinar sobre o seu destino, mulher, que entre todos podemos fazer que se materialize. Eu sentiria-me moi honrado com facilitar o comezo da nova era, mas tenho de esperar por ele, nom quero forza-lo, tem de ser ele a decidir, coma o Neo ese da Matrix ...
O meu destino é morrer. Enquanto isso, fazer vigente a diferença entre homem e besta. ("Homem" como derivado de homo)
Entóm, Cañita, pílula azul, ou pílula vermelha ... ?
De pílulas não entendo (isso é que presta frequentar Platão: More Plato And Less Prozac), pelo menos como tu.
Mas pensa bem, que logo nom che hai retiradas ...
Não lembras quando te escondias com a careta de "Quissonde" (ver no foro do PGL:Retirada de Quissonde)?

Citar:
Dezia Quissonde:
Cavaleiro, qual o seu linhage?

[Resposta]

... porque me fazes tantas perguntas acerca da minha linhagem? As gerações dos homens são como as folhas das árvores. Lança-as o vento ao chão, mas as robustas árvores produzem outras, que vêm por sua vez a fenecer. Assim são os homens. Uns vão-se e outros os substituam. Mas se queres conhecer a minha linhagem, escuta.

Homens da minha linhagem não têm o hábito de se esconderem na hora do perigo.

Primeiro: não sou cavaleiro, mas plebeu, pois só me sinto obrigado à razão comum.
Segundo: acho que para ter direito a perguntar pela linhagem de qualquer um há que dar a conhecer primeiro a própria. Outra cousa é proclamar a naturalidade da assimetria.

Lembras? Daquela foste tu o que não voltou comparecer com a careta de Quissonde.

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o cagonzinho de Briones

Mensagem  Gascon em Qui Mar 03, 2011 2:48 pm

Pedrito, venho de dar umha olhada (moi por riva, ainda nom quero adormecer) às últimas porcalhadas que escreveche, e de verdade que me dás moita moita magoa. Pobrinho Pedrito.

Eu só represento a Verdade e a Razão. Que isto pode parecer arrogante ou soberbia? Em realidade é justo o contrário: sentido do dever

Isto é pra emoldurar, e pór ao lado dos escritos do ayatollah khomeini e do Hitler. Condensa moi bem o esprito da gente da tua seita, que ti sabes tam bem representar, polo de nom ter cancelas a tua verborreia intestinal de lusólatra aparvado. E agora eu tamém som o Quissonde. Pobrinho paranoico.

Pedrito, nom queres comprender que eu nom leio as tuas babas de iluminado lusista, mas podes continuar cos teus monólogos e insultos que ninguém le. E visto que nom respondes á minha proposta (a menos que o fazas entre o meio das tuas fezes escritas, nas que nom penso tocar) asumo que devo contactar a Xunta para lhes informar dum pobrinho lusista que dá as suas aulas de galego em português. Vou-no fazer por teléfono, falando em castrapo e com ar de estar moi indignado e de temer pola unidade de España. E mandarei esa escolma tua ao teu lugar de trabalho (por email, para poupar papel higiénico) para os teus alunos estudarem, asim lhes poupamos a sonolencia e lhes aprendemos a acreditar na propria capacidade de virar iluminado duodeno-lusista. Coido que os vou entitular “A verborreia intestinal dum lusista e culteranista de lixeira, em rimas culteranas“. Xa me contarás como che foi, Pedrito.



Pedrito, que entre tu y yo bamoh a liberar loh gayegoh! Que biba Brioneh! Y que biba Pedrito el luzihta!

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Jo, como me pones, Pedrito ... !

Mensagem  Gascon em Qui Mar 03, 2011 3:00 pm

Pedrito, desde que somos amigos me has despertao otra vez el amor por la lengua de Briones, que tenia medio olvidada. Si supieras como me pones cada vez que escrives mi nombre, así desa manera, “Xavier Andre“, solo de imaginar tu acento me pongo todo cachondo macho I love you ... el-no me poderias mandar una transcripción fonética, para poder-me correr mejor del gusto?

Pedrito Pedrito, que el acento corunho de Briones es el mejor, pero quando le dás ese toquinho aportuguesao ... buuuuurr ... que sexy que eres!

Bueno, ya me contarás como te va en el juzgado, y a ver si ponem en el yutub alguna intervención tuya, que la descarrego de-con-ta-do!





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Xavier André - Gascon - Quissonde - Moses etc. - Ganga Tongo - e haverá mais

Mensagem  Pedro Bravo em Qui Mar 03, 2011 3:49 pm

Pedrito, venho de dar umha olhada (moi por riva, ainda nom quero adormecer) às últimas porcalhadas que escreveche, e de verdade que me dás moita moita magoa. Pobrinho Pedrito.
“Eu só represento a Verdade e a Razão. Que isto pode parecer arrogante ou soberbia? Em realidade é justo o contrário: sentido do dever“
Isto é pra emoldurar, e pór ao lado dos escritos do ayatollah khomeini e do Hitler. Condensa moi bem o esprito da gente da tua seita, que ti sabes tam bem representar, polo de nom ter cancelas a tua verborreia intestinal de lusólatra aparvado
. E agora eu tamém som o Quissonde. Pobrinho paranoico.
Perfeito. Acho que até os alunos de secundário sabem que as frases têm um contexto. Claro que se calhar errei... ao pensar que havia um enfrentamento, do que deduzia que, sendo tu o que és, eu devo (de) ser tudo o contrário. Mas enfrentamento não há: pois tu és todo-cu.
E agora eu tamém som o Quissonde. Pobrinho paranoico.
Que razão tinhas ao ressaltar a fraca incidência do reintegracionismo na população galega. Se tu tens mais nicks que reintegracionistas há na Galiza!
Pedrito, [...] Pobrinho Pedrito. [...] Pedrito, [...] Pedrito.
Aprende como se faz vodu com os nomes: GASCON

1) Gás com? Gás. Gás com gás: (apócope) Gascom.
2) Gás+asco+aumentativo: Gascón.
3) És cagão: Scagón
4) A quarta é de pior gosto...
Pedrito, nom queres comprender que eu nom leio as tuas babas de iluminado lusista, mas podes continuar cos teus monólogos e insultos que ninguém le. E visto que nom respondes á minha proposta (a menos que o fazas entre o meio das tuas fezes escritas, nas que nom penso tocar) asumo que devo contactar a Xunta para lhes informar dum pobrinho lusista que dá as suas aulas de galego em português. Vou-no fazer por teléfono, falando em castrapo e com ar de estar moi indignado e de temer pola unidade de España. E mandarei esa escolma tua ao teu lugar de trabalho (por email, para poupar papel higiénico) para os teus alunos estudarem, asim lhes poupamos a sonolencia e lhes aprendemos a acreditar na propria capacidade de virar iluminado duodeno-lusista. Coido que os vou entitular “A verborreia intestinal dum lusista e culteranista de lixeira, em rimas culteranas“. Xa me contarás como che foi, Pedrito.
1) A toupeira policial terá de ganhar-se os quartos para papel higiénico... para imprimir o que escreve.
2) Acho que chega um pouco tarde.
Pedrito, que entre tu y yo bamoh a liberar loh gayegoh! Que biba Brioneh! Y que biba Pedrito el luzihta!
Sobre todo com teu blogue, buraco onde a ti próprio te defecas.

Desde o começo soube que eras um confidente fascista, por isso nunca saudei tua presença. Lembro minha única intervenção no teu apoteótico fio de (enésima) apresentação: Este X. Andre é o que ele diz dos "lusistas" elevado à raiz quadrada de menos 1.
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Final Shakespeariano

Mensagem  Pedro Bravo em Qui Mar 03, 2011 3:59 pm

Uma coisa é clara: do teu buraco não sairás por própria vontade, verme de ti mesmo.

Sempre que intercambiamos pareceres acabas falando como os personagens shakespearianos (Ofélia, Lady Macbeth, etc.) que se encaminham à loucura. O teatro shakespeariano, saberás, se desenvolve como um enfrentamento de discursos. O final dos perdedores se manifesta na incoerência da sua linguagem.

Mas já estavas advertido, Flojito coñac.
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Deadline: Monday 07/03/11

Mensagem  Gascon em Sex Mar 04, 2011 7:27 am

Pedrito de Briones, desta vez o teu cretinismo tem superado limites que eu xulgava inatingiveis. É um dos síntomas nos que sofrem a tua doenza (demencia senil) o negar qualquer evidencia ou observaçóm a propósito da sua saude mental, por tanto nom vou perder tempo em negar-che que eu sexa o Quissonde, o Ganda tanga, o Moses e muitos outros mais, além de sionista e fascista. Mas se che interesa o tema, podemos falar dele, á vontade, no fio que eu abrím especificamente pra falarmos “das nosas cousas“, ou em qualquer outro que tenhas a bem de abrir. Mas este fio tratava dumha cousa específica, e que o Pedrito apenas referiu de pasada e indirectamente, mas como o senhor é um trollinho paranoico, fixo o de sempre: rebentar o fio. Mas nom se pasa nada. Temos tempo para todo, e voltaremos a falar desa leria alhures.

De todos os jeitos, coido que seria moi interesante ir fazendo esa escolma dos teus escritos aqui e alhures, produto do teu pensamento lusista-intestinal, que só ti sabes tam bem defecar em rima culta. Com eles podemos fazer umha antologia de “O pensamento Luso-intestinal e suas concretizações anais“, obra todinha ela de “Pedrito el afortunado auto-desladillador púbico“. Seria material por escrito de grande valia pra apresentares aos teus alunos, xa cansos de cheirarem as fezes que destilas oralmente a diario, mas que devem andar intrigados sobre como fas pra invertir os fluxos do aparelho digestivo desa maneira tam brava e culta.

Apenas tes que me mandar o enderezo electrónico da tua escola, e xa me encarrego eu de que vos chegue para trabalhardes com a tua fecal antologia, dacordo ?


Mais umha outra cousa, Pedrito. Ainda nom me dixeche se eu podia fazer esa chamada à Xunta de Galicia sobre o teu moi heroico e iconoclasta acto de dar português nas tuas aulas. Decerto que nom entra no teu projecto de vida o seres um funcionario pago pola Xunta de Galicia para perpetuares a opresóm da comunidade lusófona da Galiza - polo dia - e apenas fervoroso martelo dos fascistas-antilusistas of many names - polas noites ...

Pedrito, ti estás chamado a mais altos vós, mesmo por riva do nivel da tua propria merda (que nom é pouco!), mas para iso tens de levantar o cu da cadeira (sim, xa sei que está colado ao buraco rectal, mas fai um esforzo) e responder à chamada do destino. Tenho aquí umha lista de teléfonos e correios (http://www.edu.xunta.es/web/telefonos) mas nom sei exactamente em qual tenho que ligar. Ti saberás melhor, espero impaciente pola tua resposta.

PS - Pedrito, o outro dia veu-me um pensamento sombrio, fugaz sim, mas deixou-me um algo incómodo. Dixem-me, « e se Pedrito tem as cuecas baixadas até aos tornozelos, por mor do peso da merda que lhe escapou asim de súpeto, e em grande quantidade, perante qualquer desacougo? » Mas nom - reconfortei-me deseguida`- o Pedrito nom é ese covarde, ele mesmo o tem dito, que « o galego é português, e nom devemos ter medo a dize-lo ». O Pedrito nom é dos que bate e bate no teclado e quando chega o tempo de agir se caga polas calzas adentro e afora. Para esta segunda feira (07/03/11) xa verás!



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"Agarrai-me que o mato"

Mensagem  Pedro Bravo em Sex Mar 04, 2011 4:04 pm

Meu Deus, Gas-con, não te ensinaram a ativar o autoclismo? Ou te confundem as Musas ao requerer que dês descarga? Claro, até os moluscos têm instinto de supervivência. Não digamos a lapa de teu pronome relativo! Quanto tempo há que perdeste os papeis, Gasconcette? Mas dá igual, na tua natura nada se cria nada se perde tudo se transforma: caído de borboleta a larva, pensas que a alquimia de teu bandulho transformará o cagalhão em renovada cizânia?
Pedrito de Briones, desta vez o teu cretinismo tem superado limites que eu xulgava inatingiveis. É um dos síntomas nos que sofrem a tua doenza (demencia senil) o negar qualquer evidencia ou observaçóm a propósito da sua saude mental, por tanto nom vou perder tempo em negar-che que eu sexa o Quissonde, o Ganda tanga, o Moses e muitos outros mais, além de sionista e fascista. Mas se che interesa o tema, podemos falar dele, á vontade, no fio que eu abrím especificamente pra falarmos “das nosas cousas“, ou em qualquer outro que tenhas a bem de abrir. Mas este fio tratava dumha cousa específica, e que o Pedrito apenas referiu de pasada e indirectamente, mas como o senhor é um trollinho paranoico, fixo o de sempre: rebentar o fio. Mas nom se pasa nada. Temos tempo para todo, e voltaremos a falar desa leria alhures.
1) Erras no nome do lugar, e também no diminutivo. Na zona não se houve "Pedrito", senão "Pedrín". Já lho dissera a um pajem do Monteagudo, pelo que com solicitude proporcional informo ao pajem do pajem.
2) Eu não chamei de sionista a ninguém: uma vez que o coloco no pedestal da estultícia seria desnecessário. Mas não deixa de ser significativo que tu concretizes...
3) Todas tuas perguntas, todas, estão suficientemente respondidas. Enquanto nenhuma das que formulei eu foste quem de respondê-las (a maioria nem o intentaste).
4) O resto: recheio com o mesmo entulho (doado reciclar a merda em merda).
De todos os jeitos, coido que seria moi interesante ir fazendo esa escolma dos teus escritos aqui e alhures, produto do teu pensamento lusista-intestinal, que só ti sabes tam bem defecar em rima culta. Com eles podemos fazer umha antologia de “O pensamento Luso-intestinal e suas concretizações anais“, obra todinha ela de “Pedrito el afortunado auto-desladillador púbico“. Seria material por escrito de grande valia pra apresentares aos teus alunos, xa cansos de cheirarem as fezes que destilas oralmente a diario, mas que devem andar intrigados sobre como fas pra invertir os fluxos do aparelho digestivo desa maneira tam brava e culta.
1) Mais uma vez, copiando, deteriorando, minhas imagens. Tens menos magim do que uma lapa.
2) Farás o que quiseres, ainda que eu recomendaria reler a obrinha de Strindberg.
3) Há tempo já que os alunos sabem destas lérias: o primeiro que podem comprovar é que não ousas sair do teu buraco.
4) O resto: enchido do pus que bombeiam teus espasmos cardíacos (doado destilar a merda da merda).
Apenas tes que me mandar o enderezo electrónico da tua escola, e xa me encarrego eu de que vos chegue para trabalhardes com a tua fecal antologia, dacordo ?
1) Acho que não supõe muito esforço para um experto em "minhocadas internéticas" averiguar esse endereço.
2) Se tens dificuldades podes pedir ajuda num foro de Galicia Bilingüe.
Mais umha outra cousa, Pedrito. Ainda nom me dixeche se eu podia fazer esa chamada à Xunta de Galicia sobre o teu moi heroico e iconoclasta acto de dar português nas tuas aulas. Decerto que nom entra no teu projecto de vida o seres um funcionario pago pola Xunta de Galicia para perpetuares a opresóm da comunidade lusófona da Galiza - polo dia - e apenas fervoroso martelo dos fascistas-antilusistas of many names - polas noites ...
1) Disse e bem claro: só tens que reler a resposta que segue imediatamente à tua façanha.
2) Meu projecto de vida consiste em esmagar aos vermes que nascem, se nutrem e morrem na podridão.
Pedrito, ti estás chamado a mais altos vós, mesmo por riva do nivel da tua propria merda (que nom é pouco!), mas para iso tens de levantar o cu da cadeira (sim, xa sei que está colado ao buraco rectal, mas fai um esforzo) e responder à chamada do destino. Tenho aquí umha lista de teléfonos e correios (http://www.edu.xunta.es/web/telefonos) mas nom sei exactamente em qual tenho que ligar. Ti saberás melhor, espero impaciente pola tua resposta.
1) Mais uma vez: plagio e entulho, entulho e plagio.
2) Eu saberei??????????????? Isso sim que é brincadeira. Chama a qualquer e que te orientem.
PS - Pedrito, o outro dia veu-me um pensamento sombrio, fugaz sim, mas deixou-me um algo incómodo. Dixem-me, « e se Pedrito tem as cuecas baixadas até aos tornozelos, por mor do peso da merda que lhe escapou asim de súpeto, e em grande quantidade, perante qualquer desacougo? » Mas nom - reconfortei-me deseguida`- o Pedrito nom é ese covarde, ele mesmo o tem dito, que « o galego é português, e nom devemos ter medo a dize-lo ». O Pedrito nom é dos que bate e bate no teclado e quando chega o tempo de agir se caga polas calzas adentro e afora. Para esta segunda feira (07/03/11) xa verás!
1) Zanga-me copiar-me, mas espero que não mo tenhas em conta: averigua o endereço de meu centro e envia-me um T-Shirt onde ponha -sem mais- essa lenda. Será a primeira camisola que porte com qualquer lenda.
2) O resto: mais paráfrase, como as torneiras parafraseiam às fontes.

Parafraseando Ovídio:

E como as cabras de Manchester, excitadas pelo teu tirso,
Pimpolho de Ourinária, interpretam o papel de fende-festas,
Assim as vacas do Tamisa viram a Gascon dando alaridos
Pelos dilatados eidos. Atrás as deixa Gascon, e vaga
Por entre os Vilingues, os belicosos PePiões e pela Shitshire toda.
Já deixara atrás o Lea, a Pigstyshire, as ondas do Merdsey
E a serra onde mora o Quissonde, monstro com lume
No quê, pescoço e testa de asno, cauda de minhoca.
Acaba-se a floresta, quando tu, Gascon, cansado de perseguir,
Desabas-te e ficas deitado com as grenhas espalhadas
Sobre a dura merda, e com teu focinho esmagas as bostas das vacas.
Muitas vezes intentam alçá-lo nos seus ríspidos braços
As Ninfas dos Corsos, muitas vezes aconselham-lhe pôr
Remédio ao seu ódio, e tratam de consolar aquele saco de fezes.
Gascon segue deitado, vozeando, boquejando se aferra aos verdes
Moncos, e regam cizânia as últimas gotas e as primeiras bágoas.
Dizem que sob estas puseram as Harpias um esgoto que jamais
Secar poderia; pois, que outra coisa melhor poderiam dar-lhe?
Ao ponto, como manam da cortiça, ao fazer incisões,
As gotas de peçonha, ou da enmerdada landa o viscoso betume,
Ou com a chegada do favônio, de suave peideira, se derrete ao sol
O purim que gelou o frio, assim Gascon, dejeção de si próprio,
Consumido pelas suas bágoas se converte num bueiro
Que ainda hoje conserva naquelas canteiras o nome
De seu dono, e vomita à sombra duma preta parede.

(Seguro que remedas o remedo)

Sai do buraco, valente, que che vou ensinar.


"Agarrai-me que o mato, plis!", resmunga o esmagado.
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Mensagem  Gascon em Sab Mar 05, 2011 6:47 am

Pedrito, xa che dixem moitas moitas vezes que pra discutirmos do que queiras e poderes defecar a tua erudice e retórica de palerma culteroparvista podemos empregar o fio apropriado, ou mesmo abrir outro. Mas como ti sofres de incontinencia, nem es quem de premer um simples botonzinho no teu teclado antes de cagar o teu pensamento diarreico, e continuas a encher e encher e encher da tua mesma porcalhada venereo-lusista o mesmo fio. Ha que ver para quanto te dá umha simples perguntinha que che fixem, e que para ser respondida nem precisava dumha só palavra ! Apenas cum dígito bastava ! (ese que é a potencia quadrada de ti mesmo).

E por se nom che bastara com fazer o ridículo proprio do trollzinho cagóm que es no meio virtual, agora me dis que xa até os teus alunos sabem dos teus refugos intestino-lusistas! Olha, lembras-me o macnally e o mishinha aqueles de vieiros, que tamém davam conta das proprias defecaçóns internéticas nas aulas. E que culpa terám os estudantes galegos de terem por “profesores“ (por chama-los dumha maneira simpática) os mais grandes cretinos do país?

Pedrito, se de verdade tanto te interesas sobre a minha persoa, chegando até a defecar mais rima culta sobre os ensonhos podres do teu cerebro senil, abre um fio novo, e nele falamos de mim o que queiras. Ou milhor, xa que nem eu nem ninguém está a ler os teus refugos luso-intestinais, especialmente quando se pretendem de grande engenho (que nom tens, mais do que coma imitador barato de eruditice) por que nom os pós para análise nas tuas aulas? Asím os teus alunos poderám ver como se pode ser lusista e imbecil rematado ao mesmo tempo, sem dar lugar a conflitos de clase nenhuma. Tamém servirá para os aliviar um pouco dos teus bafos coprófagos orais, e verem que por escrito es ainda mais idiota e estúpido, cousa que seria dificial de acreditar, xa que te escoitam merda-falar a diario.

Enfim, Pedrito, lembro-te que eu che pedím axuda pra me dares os enderezos (teléfono ou email) mais ajeitados para eu fazer duas cousas:

1) Mandar a tua copro-antologia para os teus alunos verem que sim es o subnormal que pareces (prova escrita).

2) Eu poder-te denunciar às autoridades educativas competentes por dares portugués no canto do galego, e criar confusóm nos alunos, ademais de falhar na tua misóm pedagógica, que é esa de guiar, e nom despistar ou deixar os alunos “at their own devices“ (« que me siga quem puider »).

Mas nom se pasa nada, terei que me incomodar em atopar eses enderezos e telefones eu mesmo. Em qualquer caso, Pedrito, ha umha cousa que precisas comprender: umha persoa pode ladrar todo o que quixer (ou poder) e pode mesmo (coma ti) se auto-erigir em "martelo" do anti-lusimo, ou do que for, com grande indignaçóm. Mas, visto que é nos fios que eu abro ou comento onde aparece mais bem artelhada a tua vile, estou-me eu a perguntar que tipo de indignaçóm é a tua, se é a dum home que loita por qualquer causa, ou se é apenas a dum imbecil que acorda todas as manhás mexado na cama, e nem se incomoda por mudar os lenzos para a noite seguinte.

Ou sexa, Pedrito, temos que ver se atrás da tua verborreia ha algo mais do que o produto flatulento das tuas pesadas e luso-digestóns, e iso só se poderá saber quando tenhas de falar coas autoridades educativas pertinentes, e nom comigo, que som um pobrinho lunático a miles de km da Galiza. Será com eles que terás de fazer prova de engenho e de razóm, nom comigo. Será com eles que terás de fazer prevaler « a verdade » que tam bem so ti (e uns centos de galegos) conhezes.
Ora, tamém podes fazer outra cousa, se nom queres incomodar nenhuma persoa que trabalhe na inspecçóm educativa, ou no teu centro. Podes pechar o bico, e desaparecer por ese buraco por onde destilas o teu “pensamento“, que é o mesmo que empregas para aliviares sentado na casa de banho. Ou sexa, pór-te ao invés, e subsumir-te nos teus proprios excrementos/pensamentos, confundir-te com eles.

Pedrito, tu dirás. YOUR CHOICE.



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QEDD (... desiderandumque)

Mensagem  Pedro Bravo em Seg Mar 07, 2011 2:56 pm

INTRÓITO


Bom, acho que o trabalho já está feito. Minha intenção (cá e no PGL) era escarmentar ao Gascon fazendo evidente mesmo aos mais obtusos que o Gascon é mais obtuso do que eles. Que, de passagem, mostrasse sua natureza sem reservas, é uma consequência não prevista. Agora já sabem todos o que é. A mim não me surpreendeu em absoluto. Para ser franco, pensava que era mais inteligente do que mostrou ser. Mas compensou com acréscimo revelando o esplendor de sua vileza. Cousa que se podia suspeitar já no velho foro do PGL, onde me limitara a ler alguma de suas perorações. Só falei dele (sob o nome de Gascon) naquela breve mensagem já comentada -à que ele não respondeu, e como estava bem acompanhado decidi passar do assunto. Quanto voltou para este foro (primeiro como Ganga Tongo, terceiro como Gascon) com as mesmas maneiras adotei a mesma atitude: suportar sua presença, espantado da recepção positiva que teve, pois foi saudado cordial e mesmo afectuosamente, e mesmo secundado em suas intervenções. Eu nunca, nem lá nem cá, manifestei a mais mínima satisfação pela sua presença. De facto, quando na sua apoteótica apresentação pessoal no foro do PGL manifestara que mesmo considerou a possibilidade de entrar na AGAL (algo que voltou repetir por aqui), estive a piques de enviar uma mensagem solicitando que informara do assunto, pois se um indivíduo como Gascon pode ser membro da AGAL eu saio imediatamente da organização.

Uma vez posto em evidência evidente sua miséria, vou concluir com um breve relato de sua singradura neste último fio (é inútil distinguir aqui entre singradura e deriva). Se esta introdução se corresponde com a denúncia que quer apresentar na Junta, o que segue se corresponde com seu futuro dossier sobre minhas respostas.

BREVE DOSSIER COMENTADO DAS FAÇANHAS DO GRANDE GASCON

Primeiro abre um fio que titula com meus dados pessoais (nome, profissão, lugar de trabalho).

Certamente não me surpreendeu que baixara mais um chanço na abjeção, pois já estava em franca queda livre. Aguardei uns dias para ver se o Administrador o apagava de ofício, por achá-la eu uma conduta manifestamente inapropriada. Como o fio seguia aberto, decidi contestar não porque considerara ao nosso herói um interlocutor válido, mas para aproveitar suas impertinentes perguntas –que são representativas da miséria moral e intelectual de muitos galegos- para dar conta doutro modo de ser. Disto falo logo.

Uma coisa fica clara: se comparamos a condescendência do Administrador com o responsável deste fio com a celeridade com que censurou –ou recriminou- o fio do Paulo em que se queixava dum assunto muito menos comprometedor, qualquer um inferirá que eu não participo de qualquer grupo e que não atuo baixo acordo, nem sequer tácito, com ninguém. Não formo parte de "guarda pretoriana" alguma -como acusava Gascon copiando ao Venâncio.

Segundo, faz uma/s pergunta/s e considerações capciosas (quantos alunos "converti" para a causa, pois a idéias que não (se) "saem da testa" não valem nada; ainda que eximindo -compreensivo- de dar aulas em português...)

O único certo é que é ele quem se apresenta como possuidor da fórmula mágica (tem um blogue, faz propaganda cá e lá de sua "norma", desqualifica acerbamente aos que não a compartilham). Não sei quantas visitas ou respostas –já não digo mostras de adesão- tem esse blogue tão publicitado. Só conheço um possível seguidor: seu mestre, Venâncio.

O nosso herói é exemplo requintado do reintegracionismo “zenoniano” mais do que “platônico”: mas neste caso a divisão da divisão não impede a chegada ao ponto de destino, mas encontra um oco entre duas divisões já estabelecidas: entre a norma Agal e a norma RAG ainda há lugar para a "norma" RAGAL, shit in process, at worm, em fase Ómega ("nada grande").

Sou-vos Gascón Polinômino
Com mais Nicks que reintegratas
Pois eles são quatro gatos;
Nada em meu ânus anônimo
Eu nomeio a massa de ratas,
Tantas como carrapatos.

Terceiro, já que respondo que minha tarefa é abrir mentes, que não trato o assunto em questão, porque não sou vendedor de nada, e que realizo minhas idéias na minha conduta, ameaça (1) com denunciar (o que vinha buscando, se não fazendo, desde o princípio) e (2) com enviar um dossier de minhas opiniões... ao centro no que trabalho

O Gascon é uma toupeira. Utiliza um galego “reintegrante” só como aval ou coartada para não levantar dúvidas sobre sua verdadeira intenção. Para ir de independente, se coloca numa terra de ninguém (reintegrante a meias), para assim poder atacar tanto aos uns como aos outros, protegido de toda crítica (os isolacionistas me chamam lusista; os lusistas, isolacionista). Comprova-se assim que sua posição não é integradora, mas semeadora de cizânia. Qui prodest? Ou, quem lhe paga? Espião, intrigante, delator. A navalha suíça das vilanias, nosso Gascon.

Quarto, obvia minha resposta, para projetar sua covardia sobre mim, e me pede o correio e o telefone (1) da Xunta e (2) do centro no que trabalho.

O nosso herói faz explícita (pois o título já revelava suficientemente suas intenções) sua ameaça na última parte duma de suas deposições:

AMEAÇA:
Mas se insistes eu poido mandar umha mensagem daquí á Xunta para lhes dar conta do teu caso. Asim poderemos ver até onde chega a tua heroicidade (lusista).

Que dis?
Eu respondo ao rato encapsulado na armadura do anonimato e a distância na última parte da resposta que segue imediatamente à sua dejeção:

RESPOSTA:
Ὃ ποιεῖς ποίησον τάχιον. O que pretendes fazer, faze-o depressa. Não te preocupes, não se requer qualquer galhardia (e como, dum frango?). Podes denunciar embuçado com tuas cuecas. Nem sequer no Entroido pensarão que é um disfarce. E teus "galleguitos" estão acostumados ao cheiro. Gana-te o soldo, Xavier André.
A resposta é bem clara:
1) “se insistes”: a este expediente covarde, uma resposta consagrada: “o que pretendes fazer, faze-o depressa”: já que não se limpa o quê porque não quer, não porque não possa (pois língua longa e bífida tem avondo), o único no que insisto é em que não remexa mais o lixo e coma ou dê descarga duma vez.
2) “assim poderemos ver até onde chega a tua heroicidade”: pois até onde chegue a sua vilania se poderia dizer. Nem para o meu, nem para o seu, respondo, se requer “qualquer galhardia”. No meu caso, cumprir com o dever para a Razão e a Verdade não é coragem nenhuma, pois toda a força vem desse serviço (sabe-o quem o prova). E como não se requer qualquer galhardia, um frango ou pito pode acometer a empresa sem mais risco do que ser confirmado no que é. Aproveitando que é tempo de Entroido, pode fazê-lo a modo de brincadeira, assim ele poderá justificar-se, ainda que nem a Xunta ache o engraçado do assunto.
3) “que dizes?”: pois que “se gane o soldo” de sabotador, que se não come não defeca (o segundo princípio da Termodinámica é universal: também se aplica em Shitshire... Sem periódica reposição de ordem que destruir o Grão Glutão ficaria reduzido a plasma boquejante).

Tanto viver na sombra o fez imune a qualquer esclarecimento. Aparentemente, porque a fugida da luz não é mostra de que ainda boqueja, mas vida verdadeira. Por isso se abaixa ainda mais (o único que causaria espanto se não nos tivesse acostumados) e, como criança, pede ajuda para fazer o que só pode fazer ele próprio.



Suponho que o seguinte será pedir que ligue eu... Talvez porque na Xunta fique algo de vergonha (último grau da decência) ou porque tema que seu nome saia à luz, e os seus chefes lhe rescindam o contrato.

Quinto: como volto a dizer que os alunos são conhecedores, e que pode acudir a GB para que lhe ajudem, me acusa de comentar estes escritos nas aulas como diziam que faziam dois representantes de GB.

E por se nom che bastara com fazer o ridículo proprio do trollzinho cagóm que es no meio virtual, agora me dis que xa até os teus alunos sabem dos teus refugos intestino-lusistas! Olha, lembras-me o macnally e o mishinha aqueles de vieiros, que tamém davam conta das proprias defecaçóns internéticas nas aulas. E que culpa terám os estudantes galegos de terem por “profesores“ (por chama-los dumha maneira simpática) os mais grandes cretinos do país?

Parece-me a mim e a qualquer um que os verbos sublinhados são muito distintos. Meus alunos têm computador e aceso livre à rede. Como disse ao começo, nunca comentei nada sobre minha actividade na rede -entre outras coisas, porque não tenho tempo. Mas algum aluno, durante a hora de "Atenção Educativa", insistiu em conhecer algum foro "reintegracionista" (ele dizia que era moderador num foro suponho que "juvenil"). Mas já conheciam, por iniciativa própria, meus comentários em diversos médios (Xornal, Vieiros, etc.). Então, não é temerário supor que se o conhece uma turma o conhecem todos. Mas é assunto do que não me importo.

Para além disso, qualquer dos dois bilingues tem mais valor moral e intelectual que o hispánico-Gascon: primeiro, não frequentavam tanto o insulto; segundo, argumentavam mais; terceiro, se apresentavam francamente como defensores do castelhano (ou da "liberdade de escolha"), enquanto a cascuda se escuda no galego. Pois que se declare em prol do galego não é dirimente nem atenuante, mais bem agravante. Com sua atitude záfia só procurava dar uma imagem ridícula dos reintegracionistas. Para o qual não tem que fazer nenhum esforço suplementar: avonda com olhar para trás e debaixo e descrever fielmente o que vê, aquilo do que ele é sombra.

Assim que, quando queira, pode passar da palavra ao facto: serão tal para qual. Ou terá medo do que ele próprio é?



ADDENDA


Aos que considerem censurável que eu recorra, sem o necessitar, a desqualificativos e à linguagem escatológica, direi (1) que eu descrevo a realidade (o que se pode provar se alguém da um exemplo de expressão inapropriada) e ainda fico curto, pois quem destrói voluntaria e sistematicamente as condições do diálogo racional se degrada pretendendo degradar aos outros, a todos; (2) que, já que semelha que esse é seu único registro, me faço entender no único modo que entende; (3) que assim fica sabendo que o homem de bem não mente nem insulta porque não possa, mas porque não quer, pois também nisto supera com acréscimo ao que só sabe balbuciar a linguagem que aprendeu na casa; (4) que tenho que aprimorar minha competência na nossa língua, e para aprender a limpar na nossa língua nada melhor do que o lixo real.
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Vil e covarde hipocrita

Mensagem  Gascon em Seg Mar 07, 2011 6:12 pm

Pedro Bravo, es o mais grande e pobre con imbecil que se poida imaginar. Primeiro, pergunta ao administrador do forum sobre ese ganda tanga, asim poderás ver que nom som só eu que sabe que ti es um pobre neurótico. E se fixeres o mesmo no foro do PGL sobre o Quissonde, verias entóm que tamém lá sabem que Pedrito Bravo é ese ridículo e estúpido neurótico, asim que che confirmarem que eu nom tenho nada a ver tampouco com ese utilizador Quissonde. Mas tu continua co teu espeta-culo.

Segundo, a razóm de eu (e outros) me desmarcar do reintegracionismo / lusismo, é haver nele gentalha fundamentalista e patética coma ti. Deveriam nomear-te embaixador do lusismo, para desparecerdes o mais rápido posivel. Eu falo por mim, a título individual, ti pretendes falar por um coleitivo, ao que levas emporcalhando coas tuas babas e merdas de semi-retardado mental. Ventilando a tua arnaxe em público desa maneira tam baixa e soez, e em defesa do lusismo ou ataque dos que o criticam, nem o mais grande isolopata poderia fazer tanto dano à causa que pretendes defender. Ham-cho agradezer. Mas agora xa os teus sabem o vil que es e o que se agocha atrás da tua eruditice.

Terceiro, es ti que comezou cos insultos, tanto neste fio coma no do Filipe Diez no PGL, onde ninguém te chamara pero em que ti entrache pra me insultar (e boicotar qualquer debate), quando eu xa che tinha aberto neste foro um fio pra tal fim. Eu apenas respondím aos teus insultos, e fum banido do PGL. Tan pis, porque com mamalóns coma ti eu nom quero ter nada a ver co reintegracionismo, nem sequer coa AGAL. E neste fio entrache tarde e pra, mais unmha vez, escangalhar qualquer debate, fazendo recurso ao ataque persoal em vez de responder à questóm. Es um troll nojento. E inda por riva te permites de dar leiçóns de civismo, hipócrita de merda.

Quarto, se abro o fio com datos persoais teus é porque ti os deches (nomeadamente no fio do PGL onde insultache em rima culta) sem ninguém chos pedir. Nom os tiveres dado. O Pedrito Bravo falou entanto que docente, asím se apresentou ele pra opinar e pra se apresentar como individuo respeitavel, por tanto que nom se incomode quando lhe apresentam perguntas directas enquanto tal. Se nom quer que lhas fazam, tinha que ter pechado a boca e nom se apresentar como docente, dando o nome e o lugar de trabalho como fixo sem lho terem pedido.

Quinto, a minha pergunta nom é impertinente, ao invés: se um lusista recalcitrante coma o Pedrito nom é quem de apresentar a mais mínima evidencia de que a sua ideologia sim pode ser divulgada do seu (muito privilegiado) posto docente, entóm algo ha podre nela. Mas o Pedrito andou a retorcer e retorcer pra ao final dizer que nem lhe importava quantos subscreviam à sua ideologia: pode-se ser mais cínico?!

Sexto, se o administrador me censurar a mim, o mesmo vai pra o Pedrito, que leva escrevendo insulto após insulto (em guisa de retórica erudita, prova de arrogancia gratuita). Mas atrás do computador é moi Bravo, pode escrever o que queira, mas na minha face nem ousaria dizer meia babosada das suas, iso garantido. Até porque com só a metai da primeira que proferise diante minha ia estar a a remeter plo burato ese que tem na face, xunto com algúm dente escachado.

Séptimo, quem fai bandeira de reintegracionismo é “accountable“ porque pretende um modelo de lingua para a comunidade. Eu nom formo parte de coleitivo nenhúm, xa nom som reintegracionista, e de facto o critico radicalmente. Se o Pedrito nom gostar das minha críticas, nom as leia, como fam os seus colegas. Mas coma o Pedrito se cre mais listo ca ninguém, tem que ir meter os fuzinhos, e quando lhe dam neles se queixa. Porque é um baby, vai de duro, mas é um baby.

Oitavo, sobre a minha pretensa posiçóm sementadora de cizania, fique claro: eu nom estou a integrar nem a conciliar, mas a denunciar a argalhada do binomio isolacionismo-reintegracionismo, que sacraliza a existencia de duas normas, ambas insustentaveis. O encerramento do debate normativo é parte da desfeita. Eu eu vou continuar a denuncia-lo (de facto, ainda nom comecei), e a apresentar, neste foro, e no meu blogue, pra que ninguém diga que ando polas costas, os meus argumentos, nomeadamente as fraquezas do reintegracionismo. As do isolacionismo xa estám bem explicadas, mas as vosas nom, porque se venhem fazendo a partir da ideologia isolacionista.

Para rematar, Pedrito, precisas de comprender algo moi básico, mas que ignoras: eu abrira um foro no PGL sobre a minha persoa e “historia“ porque o Celso me chamara de troll, após que eu questionara a sua afirmaçóm sobre a grande unidade normativa da lingua inglesa. Foi pra demostrar que eu era umha persoa livre-pensante e que nom tinha nada a ocultar, que falei de mim, e até porque tinha umha historia pra contar. Pasa é que quando comecei a escrever decatei-me de que fora o lugar errado, porque a gente nom estava a me ler, senom a fazer umha semi-leitura preconceituosa, ou a lerem os comentarios deles. Por iso apaguei o que escrevím. Nom tenho nenhuma historia a contar pra vós. Mas o Pedrito se meteu a insultar, xa nese fio, que, repito, nom versava sobre a eruditice do imbecil nojento Pedro Bravo, senom sobre o Xavier Andre e a sua historia. Depois continuou a tocar nos meus fios, e quando lhe respondo se rebota todo, e pede pra que me censurem.

Xa que o senhor se tomou a confianza de me insultar ao nivel persoal (e que como digo acima nom teria os tomates de mo dizer à faciana) eu vou-me tomar a liberdade de informar persoalmente a Xunta de Galicia (usted trabaja para la Xunta de Galicia, no?) pra ver se ese ardor com que se manifesta coma defensor do reintegracionismo o pom em bom uso, e deixa de praticar o onanismo internético polas noites.

Veremos que Bravo é o Bravo à hora da verdade. Tem sorte de se proteger na distancia pra me insultar, Bravito, porque se eu estiver a mao xa lhe dizia eu persoalmente umha ou duas cousas em latím do povo. Nenhúm lusista chegou a estes niveis de vileza e noxo em que ti alastras, Pedo Bravo, nenhúm. Com toda a tua arrogancia es apenas um eruditinho barato, de talento curtinho que nom chega a mais que a imitar latinices e montar discursos retóricos onanistas em que nom pode deixar de citar e citar e citar. Es umha bosta de vaca de Briones.


Xa me contarás que tal che vai coa Xunta e coa escola. Amanhá redigirei e mandarei as minhas denuncias. Seica imos dar um pulo de gloria ao Lusismo, e iso mo deverás a mim Pedito Parvo. Mais nada, nom sues moito. Despedo-me sem mais, coa confianza que me brindache do primeiro intre:

FUCK OFF AND ROT IN HELL CASTILIAN PLONKER



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Olakalá

Mensagem  Pedro Bravo em Seg Mar 07, 2011 7:40 pm

Pedro Bravo, es o mais grande e pobre con imbecil que se poida imaginar. Primeiro, pergunta ao administrador do forum sobre ese ganda tanga, asim poderás ver que nom som só eu que sabe que ti es um pobre neurótico. E se fixeres o mesmo no foro do PGL sobre o Quissonde, verias entóm que tamém lá sabem que Pedrito Bravo é ese ridículo e estúpido neurótico, asim que che confirmarem que eu nom tenho nada a ver tampouco com ese utilizador Quissonde. Mas tu continua co teu espeta-culo.

Mais uma vez escrever o nome original do Ganga Tongo, que escrevia quando teu nick patrão ainda não aparecera. Que apareceu justo depois, um dia depois, de desaparecer o Moses, etc.

Segundo, a razóm de eu (e outros) me desmarcar do reintegracionismo / lusismo, é haver nele gentalha fundamentalista e patética coma ti. Deveriam nomear-te embaixador do lusismo, para desparecerdes o mais rápido posivel. Eu falo por mim, a título individual, ti pretendes falar por um coleitivo, ao que levas emporcalhando coas tuas babas e merdas de semi-retardado mental. Ventilando a tua arnaxe em público desa maneira tam baixa e soez, e em defesa do lusismo ou ataque dos que o criticam, nem o mais grande isolopata poderia fazer tanto dano à causa que pretendes defender. Ham-cho agradezer. Mas agora xa os teus sabem o vil que es e o que se agocha atrás da tua eruditice.

Eu defendo uma opção assumida também por outros, mais nada.

Terceiro, es ti que comezou cos insultos, tanto neste fio coma no do Filipe Diez no PGL, onde ninguém te chamara pero em que ti entrache pra me insultar (e boicotar qualquer debate), quando eu xa che tinha aberto neste foro um fio pra tal fim. Eu apenas respondím aos teus insultos, e fum banido do PGL. Tan pis, porque com mamalóns coma ti eu nom quero ter nada a ver co reintegracionismo, nem sequer coa AGAL. E neste fio entrache tarde e pra, mais unmha vez, escangalhar qualquer debate, fazendo recurso ao ataque persoal em vez de responder à questóm. Es um troll nojento. E inda por riva te permites de dar leiçóns de civismo, hipócrita de merda.

Scripta manent (em princípio). Qualquer um pode comprovar: que tu sempre recorres às batidas desqualificações:

1.- No antigo foro do PGL.
2.- Nos blogues nos que entras a comentar.
3.- Neste foro.
4.- No fio em que te respondi por primeira vez neste foro.
5.- No fio do Filipe Diez no PGL (não sei por que não foste ao seu blogue a opinar, o que seria mais pertinente, e mais valente). Eu não espero a que me chamem para ir aonde creio que devo e posso e quero ir.
6.- Neste fio (qualquer um pode conferir) dei resposta às tuas perguntas, e refinei tuas grosserias.

Quarto, se abro o fio com datos persoais teus é porque ti os deches (nomeadamente no fio do PGL onde insultache em rima culta) sem ninguém chos pedir. Nom os tiveres dado. O Pedrito Bravo falou entanto que docente, asím se apresentou ele pra opinar e pra se apresentar como individuo respeitavel, por tanto que nom se incomode quando lhe apresentam perguntas directas enquanto tal. Se nom quer que lhas fazam, tinha que ter pechado a boca e nom se apresentar como docente, dando o nome e o lugar de trabalho como fixo sem lho terem pedido.

1.- Eu não me apresentei como docente, como qualquer um pode conferir.
2.- Eu dei meus dados, após ser qualificado de "covarde", para que vieras tu, ou qualquer outro, a dizê-lo em público. Para isso concreto. Mas dá igual. Já ficas sabendo. Aqui o único covarde és tu.

Quinto, a minha pergunta nom é impertinente, ao invés: se um lusista recalcitrante coma o Pedrito nom é quem de apresentar a mais mínima evidencia de que a sua ideologia sim pode ser divulgada do seu (muito privilegiado) posto docente, entóm algo ha podre nela. Mas o Pedrito andou a retorcer e retorcer pra ao final dizer que nem lhe importava quantos subscreviam à sua ideologia: pode-se ser mais cínico?!

1.- Tua pergunta é capciosa, como argumentei e tu corroboraste à perfeição. Se dizia que predicava a resposta seria que me aproveito e abuso dum "posto privilegiado" (as oposições não estão abertas para todos?). Se dizia que não predico a resposta seria que não consequente, etc.
2.- Mas eu dei a resposta correcta: não predico, porque tenho outra tarefa a desenvolver (tarefa que é mais importante, porque subsume à primeira) e não sou vendedor de nada ("pudor intelectual", chamava-o), e sou consequente na minha conduta: agora que aprendi o suficiente para fazer um trabalho digno, só utilizo o português nos novos materiais (além das línguas originais dos textos).

Sexto, se o administrador me censurar a mim, o mesmo vai pra o Pedrito, que leva escrevendo insulto após insulto (em guisa de retórica erudita, prova de arrogancia gratuita). Mas atrás do computador é moi Bravo, pode escrever o que queira, mas na minha face nem ousaria dizer meia babosada das suas, iso garantido. Até porque com só a metai da primeira que proferise diante minha ia estar a a remeter plo burato ese que tem na face, xunto com algúm dente escachado.

1.- Tu abriste este fio, com esse título tão corajoso, em terça (creio lembrar): eu respondi em segunda (creio).
2.- Anónimo, escondido e a (supostamente) mil quilómetros: que doado é laricar.
3.- Seica proe...

Séptimo, quem fai bandeira de reintegracionismo é “accountable“ porque pretende um modelo de lingua para a comunidade. Eu nom formo parte de coleitivo nenhúm, xa nom som reintegracionista, e de facto o critico radicalmente. Se o Pedrito nom gostar das minha críticas, nom as leia, como fam os seus colegas. Mas coma o Pedrito se cre mais listo ca ninguém, tem que ir meter os fuzinhos, e quando lhe dam neles se queixa. Porque é um baby, vai de duro, mas é um baby.

1.- Quem se contradiz -como assinalei quando te entrei neste foro por primeira -e única- vez é "superaccountable" (digo única, porque todas as outras seguiram àquela sem solução de continuidade).
2.- "Já não sou reintegracionista": és, ou queres aparecer como, semi-ex-reintegracionista. E quando vais deixando teus insultos por outros blogues sabes que te identificam, pela tua escrita, como reintegracionista. Já bastante merda deitaste como Hispânico.
3.- Tu não deste nenhuma, como já disse. Não remedes tão mal minhas palavras.
4.- Tu não és mais que um oportunista doloso. No teu blogue propões uma "terceira via", no fio do F. Diez no PGL, que nao faz falta nenhuma norma (comum). Infantilismo, chama-se, também.

Oitavo, sobre a minha pretensa posiçóm sementadora de cizania, fique claro: eu nom estou a integrar nem a conciliar, mas a denunciar a argalhada do binomio isolacionismo-reintegracionismo, que sacraliza a existencia de duas normas, ambas insustentaveis. O encerramento do debate normativo é parte da desfeita. Eu eu vou continuar a denuncia-lo (de facto, ainda nom comecei), e a apresentar, neste foro, e no meu blogue, pra que ninguém diga que ando polas costas, os meus argumentos, nomeadamente as fraquezas do reintegracionismo. As do isolacionismo xa estám bem explicadas, mas as vosas nom, porque se venhem fazendo a partir da ideologia isolacionista.

1.- Pois já levas tempo laricando. Seguro que terás muitos aguardando pelos teus argumentos.
2.- Estaria bem que fosses quem de conciliar as eivas ou dificuldades de ambas propostas. Que te vã bem, Tony.

Para rematar, Pedrito, precisas de comprender algo moi básico, mas que ignoras: eu abrira um foro no PGL sobre a minha persoa e “historia“ porque o Celso me chamara de troll, após que eu questionara a sua afirmaçóm sobre a grande unidade normativa da lingua inglesa. Foi pra demostrar que eu era umha persoa livre-pensante e que nom tinha nada a ocultar, que falei de mim, e até porque tinha umha historia pra contar. Pasa é que quando comecei a escrever decatei-me de que fora o lugar errado, porque a gente nom estava a me ler, senom a fazer umha semi-leitura preconceituosa, ou a lerem os comentarios deles. Por iso apaguei o que escrevím. Nom tenho nenhuma historia a contar pra vós. Mas o Pedrito se meteu a insultar, xa nese fio, que, repito, nom versava sobre a eruditice do imbecil nojento Pedro Bravo, senom sobre o Xavier Andre e a sua historia. Depois continuou a tocar nos meus fios, e quando lhe respondo se rebota todo, e pede pra que me censurem.

1.- Se o Celso te chamou de troll não fez mais que dizer o que pensavam muitos (também eu).
2.- O Celso deu cumprida resposta às tuas observações.
3.- Tu és um espécimen livre de pensamento, que não é exatamente o mesmo.
4.- Tens léria que historiar, que não é exactamente o mesmo.
5.- Assim que não eras o centro de atenção, criatura.
6.- Nesse fio apenas disse que tu eras o que dizias dos "lusistas" etc. Assim que só recebeste o que puseste.
7.- Só entrei num fio, assinalando uma contradição (o que não é um insulto, mas muito pior...). Depois começaste a abrir fios com títulos que a ti só te qualificam.
8.- Tu não respondeste a nada, criatura.
9.- Não pedi nada: aguardei para não escrever num fio que deveriam ter apagado. Mas uma vez que comprovei que seguia ativo respondi pormenorizadamente.

Xa que o senhor se tomou a confianza de me insultar ao nivel persoal (e que como digo acima nom teria os tomates de mo dizer à faciana) eu vou-me tomar a liberdade de informar persoalmente a Xunta de Galicia (usted trabaja para la Xunta de Galicia, no?) pra ver se ese ardor com que se manifesta coma defensor do reintegracionismo o pom em bom uso, e deixa de praticar o onanismo internético polas noites.

1.- Eu apenas sou responsável de fazer que você perdesse completamente os papeis. Mais não sei por que se zanga, se também não ira fazer uso...
2.- Eu defendo a razão com a razão.
3.- Se é você quem tem o monopólio...

Veremos que Bravo é o Bravo à hora da verdade. Tem sorte de se proteger na distancia pra me insultar, Bravito, porque se eu estiver a mao xa lhe dizia eu persoalmente umha ou duas cousas em latím do povo. Nenhúm lusista chegou a estes niveis de vileza e noxo em que ti alastras, Pedo Bravo, nenhúm. Com toda a tua arrogancia es apenas um eruditinho barato, de talento curtinho que nom chega a mais que a imitar latinices e montar discursos retóricos onanistas em que nom pode deixar de citar e citar e citar. Es umha bosta de vaca de Briones.

1.- Por terceira vez ameaças com bater. Cão ladrador...
2.- Pois tu citas ao que cita...

Xa me contarás que tal che vai coa Xunta e coa escola. Amanhá redigirei e mandarei as minhas denuncias. Seica imos dar um pulo de gloria ao Lusismo, e iso mo deverás a mim Pedito Parvo. Mais nada, nom sues moito. Despedo-me sem mais, coa confianza que me brindache do primeiro intre:

FUCK OFF AND ROT IN HELL CASTILIAN PLONKER

1.- Faz vodu, faz, que não che fica outra.
2.- Nem frio nem calor.
3.- Tanto como tu?

Ia titular "Gascon o último", mas não quero ficar eu com esse baldão











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Pedro Bravo

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Dung beetle

Mensagem  Gascon em Ter Mar 08, 2011 3:00 pm

Pedito Bravo, pobrinho idiota, nom tes mais jeito. Nom sei pra que largas tantas babas de lumaca doentia, que ninguém le. Nem eu, nem o administrador, nem ninguém de ninguém. Continuas co teu exercicio de onanista lusista, citando e citando anacos, sem razóm nem concerto, pra depois escrever ao pe sabe deus o que, porque eu nem leio a tua diarreia copro-lusólatra nem me intereso dela. Poupa-te esas babas escritas e reserva-as pra quem tenhas de explicar o porqué de dares o portugués no canto do galego. O de seres um incompetente parasita e colaborador do sistema podre nom terás de xustifica-lo, pois ninguém espera (implicitamente) mais do teu cargo.

Por estes e outros fios xa ficou bem clara a tua arnaxe vil e podre, ademais de deixares bem claro que no lusismo ti es apenas o canzinho gardiám (virtual) de nem se sabe o que. Es um grandísimo talibám de caricatura que tem por grande misóm esmagar os inimigos do lusismo! Pobrinho. Ladras e ladras, deve ser que as ostias que mamache a diario de cativo na escola che deixarom aparvalhado e sempre pedes mais. Veremos se ladras tanto com quem tes de ladrar ou te cagas nas bragas. Veremos se es es tam bravo na vida real coma no teu avatar de pandora, ou se desapareces enfiado dentro do buraco rectal pra te auto-fagocitares mais umha vez. A tua verborreia escrita é muito mais comprensivel dentro dese conducto intestinal que fai as funçóns que negas ao teu cerebro. É aí que te superas sempre. Mágoa que ninguém poida apreciar a profundidade do teu sistema luso-intestinal. Ficarás pra sempre incomprendido.

Pedito Bravo no seu lavor diario de eruditice, em que acrescenta as suas fezes às alheias:
http://www.youtube.com/watch?v=3X0ad5ycIkU&feature=related
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Gascon

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Re: Pergunta para o senhor Pedro Bravo, docente no ensino secundario em Arteixo

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