Todos Somos "Geração à Rasca"!

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Mensagem  Morcego em Sab Fev 19, 2011 3:38 pm



Primeiro, a 12 de Maio, por um chamado ecuménico que nasceu nas redes sociais. O segundo, convocado pela CGTP.

Na Rubra juntamos a nossa voz a qualquer um dos protestos, independentemente das diferenças políticas que tenhamos com a diversidade de organizações ou indivíduos que aí apareçam. Num contexto internacional em que as lições da Tunísia e do Egipto voltaram a mostrar que é na rua que se abre o caminho do futuro, é importante que, também em Portugal, esse palco recupere a combatividade de outros tempos.

Desconhecemos as razões que levam os nossos dirigentes sindicais a adiar a convocação de uma nova greve geral, à imagem do que foi acontecendo por todo o movimento dos trabalhadores em todo o mundo, como desconhecemos os motivos pelo qual não existe uma data unitária para dois protestos que parecem ter o mesmo fim. Iremos às duas manifestações juntar a nossa voz para que se derrube o governo nas ruas pois temos claro que só com unidade de acção entre todas as forças políticas que assim o entendam, mesmo entre aquelas com quem se divirja quanto à sua posição ideológica, devem unir esforços para derrubar o governo do PS que mais à direita governou. Mais do que qualquer outro líder socialista, e mais do que muitos da direita musculada, Sócrates é o rosto do desmantelamento do que restava de conquistas sociais de Abril, da precariedade e da carestia a que cada vez mais pessoas estão a ser sujeitas. A sua saída de cena será igualmente uma derrota para as suas políticas e dificultará a sua aplicação a quem quer que entenda continuar o mesmo caminho.

Sabemos igualmente que um novo ciclo eleitoral por si só não envia para o museu de antiguidades as leis que nos atormentam a vida, que nos retiram os direitos ao trabalho ou nos escravizam ao desemprego. O fim da crise social só vem com o fim da crise económica e esta deve ser paga em exclusivo por quem lucrou com ela. Defendemos o não pagamento da dívida externa com a certeza que essa é a única maneira de provocar a crise política necessária à mudança dos paradigmas que suportam o regime. É a única via matemática para que as mais-valias não continuem na mão de uma minoria de privilegiados e que em seu sustento nos coloquem com serviçais. São tempos de mudança!

http://www.revistarubra.org/?p=2012

Morcego

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